A VERDADE NÃO SERIA BASTANTE PLAUSÍVEL SE FOSSE FICÇÃO - Richard Bach
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sexta-feira, 2 de outubro de 2015

O GAROTO

O Mantuano na época da Auto Union.

Na Alfa Romeo P3 




A grandeza de um homem pode muitas vezes ser mensurada pela riqueza das histórias que ele deixa atrás de si. Na Targa Florio de 1932, TAZIO NUVOLARI, aquele que segundo um monumento em sua honra na cidade de Roma é o último dos grandes pilotos antigos e o primeiro dos grandes pilotos modernos, foi informado que deveria levar um mecânico como acompanhante durante o percurso da prova. Franzino e magro, Nuvolari foi falar com Enzo Ferrari, então seu chefe de equipe na Alfa-Romeo e pediu que lhe fosse designado um auxiliar que pesasse tanto ou menos do que ele. Enzo encontrou um jovem mecânico, tão magricela quanto o mantuano. Preocupado que sua condução pudesse assustar o garoto, Nivola combinou com o parceiro que o avisaria quando estivessem se aproximando de algum ponto de maior perigo durante a competição. Ele então deveria se abaixar atrás do painel e só sair de lá quando a dificuldade tivesse passado. No fim da prova, mais uma vitória de Tazio, Enzo foi perguntar ao mecânico como tinha sido a experiência. “Nuvolari começou a gritar na primeira curva e só parou na última. Estive deitado no fundo do carro o tempo todo”, contou o garoto.



Na Vanderbild Cup 1938.



CARANGUEJO


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NT: 35, 40, talvez mais, tantos são os posts que o Caranguejo e eu escrevemos sobre o Mantuano e certamente vamos continuar...abaixo um link que leva à vários posts escritos pelo meu parceiro ou por mim...Tazio vive!


Rui Amaral Jr

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Tazio Nuvolari e a Cisitalia

A Cisitalia na Autoclasica 2011- Foto: Vasco

Ao postar ontem as fotos de Tazio, recebo logo a seguir um e-mail de meu amigo Vasco com a foto acima e dois links em que o Mantuano aparece pilotando a Cisitalia, a seguir o e-mail do Vasco e os dois videos.
Ele escreve o exelente blog  Lauburu43

Saludos Vasco e muito obrigado!


 "Rui!!! he visto la entrada de Nuvolari en la que está con una Cisitalia:
Te comento que en la Argentina, se restauró una Cisitalia y toda la documentación da a suponer que era la de Tazio.
Te dejo un video donde se ve a Nuvolari probando.
Otro video donde se ve la Cisitalia ya restaurada y en el final del mismo se repite el video del gran Tazio probando.
Y también te mando una foto (perdón por la calidad) de la Cisitalia que estamos hablando, que fue galardonada en la Autoclásica 2011."

Saludos!!!!!!!

Vasco


quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Tazio e a Cisitalia


A Cisitalia Type 360 nasceu do sonho do empresário e ex-piloto italiano Piero Dusio, que encomendou a Porsche Engineering, um chassi para disputar provas no formato Grand Prix.

O Mantuano e a Cisitalia Type 360
Dusio esperava assim consolidar essa nova marca. Em 1946, Ferdinand e Ferry Porsche, que estavam presos na França (acusados de colaboracionistas) começaram a executar o projeto: carro pequeno, leve, com motor 12 cilindros e 1,5 litro com compressor. O Type 360 deveria ficar pronto em 1947, mas sem verba para tocar a empreitada, Dusio rumou para a América do Sul, onde encontrou o apoio incomum do ditador argentino Juan Domingo Peron, um entusiasta do automobilismo.
Dusio, Tazio e a equipe.
Testando com Boneto e Bucci.
Notem que sua concepção era moderna. Motor entre eixos com cambio traseiro, suspensão traseira independente com semi eixos, a suspensão dianteira uma herança Porsche, independente com barras de torção.  

Tazio

Em 1951, pintado nas cores argentinas (o azul e o amarelo), o carro ganhou as pistas. Testado pelo italiano Felice Bonetto e pelo argentino Klemar Bucci em San Isidro, próximo de Buenos Aires, o carro não entusiasmou. Na Europa, Piero conseguiu um reforço de peso na figura do grande Tazio Nuvolari, que chegou a conhecer a Cisitalia, mas talvez não tenha tido tempo de experimentá-lo. Ressalto que ele só não usou a Type 360. Correu a Mille Miglia de 1947 com uma Cisitalia 202 Spyder. Tinha então 55 anos e só não venceu porque "atropelou" uma poça d`água. Em 1948, a Cisitalia quebrou nos treinos e Enzo ofereceu-lhe uma Ferrari 166 S. Há sete meses longe das pistas e sem conhecer o carro, deu espetáculo. Em Pescara já era o líder; em Roma tinha 12 minutos de vantagem; em Livorno 20 minutos e em Florença já tinha meia hora. Mas - aí a prova de que Tazio era maior do que Enzo - o carro não estava à sua altura. Peças começaram a se desprender: um paralamas, o capô, os parafusos do banco. Quando um feixe de molas da suspensão soltou-se, desistiu.
Sua última vitória foi a Subida de Montanha Palermo-Montepellegrino, onde foi o primeiro de sua classe com uma Cisitalia 204.
Caranguejo


terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

O HOMEM DO "CASCO" AZUL

Nos anos 1950/51 as Alfa Romeo haviam dominado o Mundial de F I, em 50 com Nino Farina e 51 com o incrivel Juan Manuel Fangio. Os motores desses dois primeiros anos da F I eram ou 1.500 cc com compressores ou 4.500 cc aspirados e no final de 51 as Alfas 1.500 cc chegavam a absurdos 410 hp. As Ferraris com um jovem Italiano vinham chegando perto, até andando na frente em alguns circuitos mas uma mudança na categoria se fazia nessessária para que outras marcas pudessem brigar por vitórias. Uns dizem que por medo das Mercedes Bens outros que por força do Comendador o certo é que a FIA através da CSI mudou o regulamento para os campeonatos de 52/53 e como não havia tempo suficiente para novos carros e motores resolveu adotar o regulamento da Formula II para aquelas duas temporadas. Ou seja motores até 2.000 cc aspirados.


Alberto "Ciccio" Ascari cujo pai Antonio havia pilotado junto com Enzo e para Enzo na Alfa Romeo nasceu em Milão no ano de 1918 aos sete anos perde seu pai. Antonio vinha liderando o GP da França em Montlehly com uma Alfa Romeo da equipe comandada por Enzo quando sofreu o acidente fatal.
Começa sua carreira correndo de motos mas logo vai para os carros. A nefasta II Guerra Mundial atrapalhou as carreiras de grandes pilotos entre eles Ciccio que à época começava despontar como um grande piloto.
Logo após o fim da guerra retoma sua carreira incentivado pelo grande Luigi "Gigi" Vilorezi correndo de Maserati. Antes da atual Formula Um venceu correndo com a Maseti A6GCS da Officine Alfieri Maserati alguns GPs. Em 1949 já correndo pela Ferrari,com uma 166C vence o GP de Bari que no ano anterior havia sido vencido por nosso grande Chico Landi.

1950 começa a Formula Um e Enzo tendo perdido Farina e Fangio para Alfa Romeo contrata a jovem promessa junto com Gigi Viloresi e Raimond Sommer para defender as cores da Ferrari. Aquele ano e o seguinte foram da Alfa Romeo com dois grandes pilotos Farina e Fangio embora Farina se condoesse dos anos perdidos para a guerra.



Em 1951 Ciccio vence para Ferrari duas corridas, Nurburgring e enfrentando valentemente as Alfa Romeo consegue uma vitória espetacular no Templo Italiano do automobilismo Monza. Agora já era o idolo que os Italianos procuravam para dar continuidade a seus grandes nomes.





Em 1952 Ciccio Ascari foi arrasador venceu seis corridas do mundial com sua Ferrari 500 e foi finalmente campeão do mundo inconteste. Ainda encontrou tempo para corer as 500 Milhas de Indianapolis que de 1950 à 1960 faziam parte do calendario da Formula Um, classificou bem mas sua corrida com a Ferrari de 4.500 cc durou apenas quarenta voltas.


1953 começou o campeonato de forma arrasadora com três vitóriasa consecutivas ele e sua Ferrari pareciam imbatíveis. Em Bremgarten no GP da Suiça ele parte na pole e logo abre uma distancia enorme sobre Fangio com a Maserati A6SSG que ao final do campeonato começava a ter seu desempenho parecido com as Ferrari. Na metade da corrida um problema em um dos injetores de seus carburadores faz com que entre nos boxes, perdeu 1m30s mas voltou ainda em sexto lugar. Logo depois já está em terceiro atrás somente das duas Ferraris de sua equipe, Giuseppe Farina agora na Ferrari liderava seguido de Mike Hawthorn, pilotando à sua maneira tirava três segundos por volta de Hawthorn e em poucas voltas já encostava e o ultrapassava para ir em busca de Farina. Apesar de Farina saber que os boxes ordenariam a Ciccio manter posição ele vindo em um ritmo alucinante passou seu companheiro de equipe sem que Farina nada pudesse fazer. Dizem que esse foi o principio dos desentendimentos com Enzo Ferrari. Mas ele era novamente campeão do mundo, bi-campeão em duas temporadas em que pode mostrar ao mundo toda sua velocidade, garra e determinação.

Em 1954 Fangio foi arrasador com sua Mercedes Benz W196 tornando-se assim tambem bi-campeão do mundo de Formula Um. E Ciccio se despedia da Ferrari para tentar na Lancia repetir seus feitos. Em 1954 vence com uma Lancia D24 V6 a tradicional e prestigiosa Mille Miglia, era assim o heroi do povo Italiano, verdadeiro herdeiro do grande Tazio Nuvolari falecido em Agosto do ano anterior. As Mille Miglia neste ano passam por Mântua cidade natal de Tazio em sua homenagem.



Em 1955 com a Mercedes Benz se retirando das competições a Lancia vislumbrava alguma possibilidade de competir de igual para igual com as outras marcas. Ascari com 37 anos estava na plenitude de sua forma, dez anos mais jovem que Fangio ainda tinha muito tempo pela frente.



Em Monaco veio aquele acidente em que caiu no mar e nada sofreu e quatro dias após em Monza onde seu amigo Castelotti treinava com uma Ferrari Sport, antes de ir embora resolveu dar algumas voltas com o carro.

Na curva Di Viallone sua Ferrari escapa e Ciccio num treino que não era seu perde a vida. Hoje a curva de Monza é denominada Variante Ascari.

Aos trinta e sete anos, pai dedicado deixa uma filha e o filho Antonio, nome em homenagem a seu pai. Deixa também a Italia sem seu Grande Campeão, herdeiro legitimo de seu vitorioso pai Antonio Ascari e do Grande Tazio Nuvolari.




Por  Henrique Mércio e Rui Amaral : Nossa modesta homenagem ao Grande Campeão.
 
 

terça-feira, 15 de outubro de 2013

400 KM/H

Bernd no Auto Union Typo D 1938

 E o risco absurdo que os pilotos corriam naqueles dias. Os engenheiros inventavam e a pilotada é que enfrentava.
Temos em nossos arquivos, essas quatro fotos de Bernd Rosemeyer, a respeito de sua tentativa malograda de tentativa de recorde em janeiro de 1938 na Autobahn de Frankfurt a Darmstad. 
O Stromlinienwagen era um carro extremamente instável e não tinha estrutura para agüentar a pressão aerodinâmica, andando a 400 km/h.

As finas chapas de alumínio se deformavam.
O extrator traseiro do ar que passava abaixo do carro.

Bern se prepara para segunda passagem.

O teste era realizado em duas medições (ida e volta). A primeira parte transcorreu sem problemas, embora em uma das fotos, possamos ver que o painel lateral já apresenta deformações. a terceira foto é uma das últimas do piloto ainda com vida e preparando-se para a passagem de retorno.
Já ouvi falar também que uma corrente de ar poderia ter desestabilizado o carro.

 O memorial à Bernd
O local do acidente.

Bernd Rosemeyer:
Nasceu em 14 de outubro de 1909 (ontem faria aniversário).
Começou sua carreira com as motos (como Tazio Nuvolari), fuçando na oficina do pai.
Sua relação com a Auto Union iniciou logo depois e então, já com os carros, venceu seu primeiro GP em Masaryk, na Tchecoslováquia, em 1935.
No ano seguinte, foi campeão europeu de automobilismo, desbancando o principal piloto da Auto Union, Hans von Stuck. Em 1937, conquistou fama em outros países depois de  vencer a Copa Vanderbilt nos Estados Unidos.
Casou-se com a aviadora Elly Beinhorn, mãe de seu filho Bernd Jr.
Na época, dizia-se que a potencia dos Auto Union era tão "brutal" que somente dois pilotos - Rosemeyer e Tazio Nuvolari - tinham a habilidade para extrair tudo que o equipamento poderia render.
Faleceu aos 28 anos, apenas dez semanas após o nascimento de Bernd Jr.
É isso aí.

Caranguejo


link

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Os irmãos Maserati

O Tridente de Netuno, desenhado pelo irmão Mario.

Pouco antes da I Guerra, Alfieri Maserati iniciou a fabricação de velas de ignição, pouco antes seus irmãos já começavam a construir carros e motores. 
Terminada a Guerra começaram com a transformação de carros de passeio e corrida, principalmente da Isotta Fraschini. 
Enquanto isso Emilio e Ernesto construíam nas pistas uma sólida carreira de vitórias com os carros por eles transformados.
Enquanto isso Alfieri planejava construir um carro com a marca Maserati. E o primeiro foi o Tipo 26. Sua primeira aparição nas pistas foi no ano de 1926, na Targa Florio. Com um motor de 1.500cc com compressor, e em sua estréia venceu na categoria.   

A Isotta-Fraschini do ator Rodolfo Valentino, encarroçada pelos irmãos Emilio e Ernesto Maserati.
Emilio e Ernesto Maserati, o começo.

E vieram as vitórias nas pistas, aqui Emilio e Ernesto comemoram .

A Maserati Tipo 26, com Alfieri ao volante.
Com a Maserati Tipo 26, Alfieri vence na classe até 1.500cc a Targa Florio de 1926.


Achile Varzi
Desde o começo a Maserati fazia frente à grande equipe da época, a Alfa Romeo, comandada por Enzo Ferrari, e numa desavença entre os grandes pilotos da Alfa, trouxe para pilotar para equipe Maserati um dos grandes nomes da época Achile Varzi.
Com Varzi venceram muito, a Copa Acerbo, o GP de Monza, GP da Espanha e outras grandes corridas. Com a Maserati,  Varzi se tornou Campão Italiano, vencendo a quase imbatível Alfa Romeo/Ferrari.


Tazio Nuvolari e a Maserati 6CM. 
 Giuseppe Campari

Trouxeram também outros grandes pilotos, como Giuseppe Compari e até Tazio Nuvolari  pilotaram para equipe.
Ao mesmo tempo Alfieri projetava carros cada vez mais ágeis e rápidos, tendo alcançado sucesso em todos tipos de corridas, como a já tradicional Mille Miglia.  Em 1931 venceram pela primeira vez, na classe Esporte.
1932 trouxe muitas vitórias, Campari venceu o GP da França, com Luigi Fagioli venceu o GP de Roma.


1932. morre Alfieri, aos 44 anos, com problemas  renais, e com ele o grande nome da Maserati.
Após a morte de Alfieri, os três irmãos continuam com a fabrica. Na foto Bindo, Ernesto e Ettore.
A Maserati continua vencendo.



 Principe Bira


Enquanto as vitórias apareciam, a Maserati viveu uma tragédia, aos 44 anos morreu Alfieri com problemas renais.
Por volta do meio da década de trinta, aparecem os carros alemães da categoria GP e Formula, com pesados investimentos do governo alemão. Então as equipes de fabrica como a Alfa, Maserati e outras, já não conseguiam competir em pé de igualdade, com o  poderio alemão.
Por volta de 1938, a Maserati estava à beira da falência, então os irmãos restantes, foram até um poderoso empresário de Modena, e venderam a empresa ao magnata Orsi, mas continuaram nela em um contrato de dez anos.
Em 39 e 40 ainda venceram em Indianapolis, mas nada seria como antes.
Após o fim da II Guerra, o contrato dos irmãos Maserati terminou, e ele seguiram para novos empreendimentos, criando a OSCA.
Nesta fase, as equipes italianas, Alfa e Maserati voltaram a dominar a categoria GP, tendo a Maserati lançado meu modelo A6GCS, com motor de 1.500cc com compressor.
Com este carro Alberto Ascari venceu na estréia o GP de Modena.
Com a chegada da Ferrari, as duas empresas italianas dominaram o cenário das competições.   
1954 a Maserati lança se modelo 250F uma dos mais belos carros de corridas de todos os tempos.
Com ela Fangio vence seu quinto titulo mundial no ano de 1957. Inúmeras foram as vitórias desse carro com vários pilotos, como Stirling Moss. 

 Wilbur Shaw vence as 500 Milhas de Indianapolis 1939/40


  

 Luigi Fagiolli

A Maserati vence o  GP de Roma nos anos de 1930 com Achille Varzi e 1931 com Luigi Fagioli.

Após o final da II Guerra a Maserati e a família Orsi se lançam numa batalha contra Ferrari e Alfa Romeo na categoria Grand Prix, depois em 1950 transformada na moderna Formula Um. No ano de 1954 trás para a equipe o campeão do mundo de 1952 Juan Manuel Fangio que correndo com o modelo A6GCM conquista três segundos lugares e vence o GP da Itália em Monza conquistando o vice campeonato. 


 250F
 Ken Kavanagh

 Fangio
Gigi Villorezi



1957 Fangio retorna à Maserati e com o incrível modelo 250F conquista seu quinto campeonato mundial. 
Seria a última grande conquista da marca, que após 57, sem a capacidade financeira para competir de igual para igual com as outras equipes, se voltou aos carros esporte, construindo no começo de 1960 o Modelo 61 ou a Maserati Birdcage, que nas mãos de grandes pilotos conquistou grandes vitórias.

 A Birdgace com Stirling Moss.


Com Dan Gurney.
Com Carroll Shelby.
http://ruiamaraljr.blogspot.com/2011/02/maserati-birdgage-ii.html    


Celso Lara Barberis vence os 500 KM de Interlagos 1961, a bordo da Maserati #27, Maurício Lemos também pilota uma.
http://ruiamaraljr.blogspot.com/2012/01/500-km-de-interlagos-1961.html





 Após 1968 a Maserati passa por vários donos, a Citroen, Alejandro DeTomaso para finalmente chegar às mãos da arqui rival Ferrari. 


Obrigado Cris.