A VERDADE NÃO SERIA BASTANTE PLAUSÍVEL SE FOSSE FICÇÃO - Richard Bach
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terça-feira, 9 de setembro de 2014

Teleco no Velo Città

Beth e Teleco

Guilherme, eu, Arturo e Teleco.

Autografando a camiseta do Guilherme, atrás o Arturão.
No canto Paulo Solariz depois Águia, Alfredo Gehre, Paulo Gomes, Teleco e eu. 
O Águia não para!
Entregando um troféu...
e o encontro emocionante com o amigo de tanto tempo Dinho Leme. 

Arturão, Teleco e eu.

Cerca de quinze dias atrás liga o Guilherme Decanini perguntando se vou aos 500 KM no Velo Città a bela pista da Mitsubishi em Mogi Guaçu e pede para que eu convide o Teleco, não dou certeza de ir mas logo ligo para Beth e Teleco fazendo o convite, que com todo o entusiasmo da Beth foi logo aceito.
Quinta passada não estava muito animado quando liga o Arturo e diz “você vai sim, passo aí no sábado!”, é o campeão é assim mesmo!
Sábado umas 8 horas ele chega e tomamos nosso rumo, na saída uma pancada numa lombada e nem paramos para olhar, chegando em Itatiba acende a luz de óleo e vemos que o cárter do Audi está rachado...bem em frente ao posto em que paramos uma locadora, deixamos lá o carro que ele trata com tanto carinho e pegamos o Fiatzinho alugado e vamos embora...viajar com o Arturo é pandego, vamos rindo o tempo todo.
Chegamos no Velo Città e começamos à encontrar os amigos, citar um por um fica difícil, a cada encontro um abraço uma nova emoção e lá estava o Guilherme e Italo Adami com a réplica do VW D3 #90 que foi tocado com tanta competência pelo Teleco quarenta anos atrás.
A Beth e o Teleco chegariam apenas no domingo, ficamos por lá conversando com todos e assistindo os treinos dos Clássicos de Competição e das feras que iriam correr os 500 KM quando o Alfredo Gehre  vem nos avisar que numa gostosa homenagem à nós, os velhinhos, iríamos dar algumas voltas antes da largada dos 500 KM...deste momento em diante ninguém mais segurava o Arturão...enquanto procurávamos um carro em que eu pudesse pelo menos entrar ele já falava que ia sentar a bota, passar todo mundo e coisa e tal...ninguém agüenta!
No domingo andamos, eu no Passat do José Eduardo Zambello da Clássicos o Arturo num VW da mesma categoria, depois conto mais mas foi emocionante dividir a pista com Bird, Walter Hann, Denisio e outras feras...e a Beth e Teleco não chegavam.
Por volta do meio dia me avisam que o casal estava chegando, vou esperá-los na entrada do estacionamento pois por conta de dois AVCs o Teleco se locomove melhor com a cadeira de rodas, ao ver o #90 ele já começa a se emocionar...entramos nos boxes e logo encontramos o Arturo e aí a emoção se transforma em lágrimas...a felicidade do reencontro flui, chega o Guilherme que não conhecia o Teleco pessoalmente e a alegria do encontro está estampada em seu sorriso seus olhos brilham.
Vamos para o padock e aí a cada encontro mais emoção, mais amigos...mais mais mais...

Ao meus queridos Beth e Teleco com um beijão carinhoso e um abraço afetuoso de todos nós!

Rui Amaral Jr   

NT:Mais tarde mostro os 500 KM, Clássicos e as voltas que demos... quando derrepente vejo um VW descendo a reta feito um foguete e pilotando um certo senhor que me parecia o Arturo Fernandes passando por todos, freando no limite e dividindo curvas andando como sempre no limite, até numa simples brincadeira...seria o Turito? 

PS: Desculpem o texto um tanto confuso ele não retrata com exatidão o que foi esse encontro...foi muito mais. O texto foi apenas escrito com o coração.

Na foto do Rodrigo Ruiz o #90 na pista.
A largada dos "velhinhos".

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

VENENO PURO


Luis Antonio Siqueira Veiga o Teleco para mim um grande amigo , um baita cara ,correu no Brasil em diversas categorias , na Divisão 3 sobressaiu-se ao pilotar um VW para a equipe AUTOZOOM com ele correu Alfredo Guarana Menezes dois grandes pilotos rapidíssimos , em 1973 foi para a Inglaterra correr na F3 pela MARCH. Dele escreveremos ainda muitas histórias , esta me contou na época em que a viveu , 35 anos atrás e agora estamos contando a vocês.

" O ano era 1973 eu corria pela MARCH na F3 , meu amigo Jean Pierre Jarrier corria também na MARCH só que na F2 , estávamos saindo da sede da equipe em Biscester , para irmos para minha casa perto de Oxford .Estava de carona com o JP pois ele dormiria em casa , nosso carro era um Ford RS 3000 e íamos tranquilos ,de repente comecei a sentir que ele andava rápido , muito rápido , para nós muito rápido era muito rápido mesmo . Olhando para trás vejo o motivo , o Ronnie Peterson que também estava na sede da equipe connosco , vinha atrás de nós com seu Ford Cortina Lotus e vinha babando , com tudo . Começamos uma corrida muito louca pelas estradas inglesas , aquelas bem apertadas do interior . O Ronnie querendo ultrapassar e o JP segurando , andando de lado , freando no limite , uma loucura . A certa altura , numa saída de curva nosso carro derrapou saindo de traseira para fora da estrada e batendo com a roda traseira esquerda em um buraco , devemos ter andado uns 100m em duas rodas pelos campos . Enfim quando paramos , notamos que era impossível andar , pois havia quebrado uma ponta de eixo , a roda e o pneu rasgado . Pra variar chovia pra caramba , largamos o carro lá mesmo e tomamos uma carona com o Ronnie , nos divertindo com toda aquela loucura e eu , assustado com tudo aquilo . Meses depois a policia inglesa foi atrás do JP na minha casa , deixando uma intimação policial . E olha que a esta altura já éramos profissionais. "