A VERDADE NÃO SERIA BASTANTE PLAUSÍVEL SE FOSSE FICÇÃO - Richard Bach
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quinta-feira, 8 de outubro de 2015

Apenas uma foto...

Aquaplanando e sem enxergar nada... 

...maravilhosa que encontrei em algum grupo do Facebook e fui pesquisar, pois bem é ninguém menos que o piloto/jornalista Paul Frère no Porsche 718 RSK em Le Mans no ano de 1958 em que correu com Edgard Barth. Chegaram em 4º lugar, o carro tinha o motor  de 1.587cc enquanto o da Ferrari 250 TR vencedora era 3.000cc, o Aston Martin 2º colocado igual cilindrada e o outro Porsche 718 RSK Spyder terceiro colocado de Jean Behra e Hans Hermann tinha um motor de 1.587cc.


  

Rui Amaral Jr

sábado, 1 de agosto de 2015

GP da Itália 1957 - Monza

Largada as três Vanwall pole #20 Stuart Lewis-Evans, #18 Moss, #22 Tony Brooks e o bico da Maserati de Fangio quarto colocado no grid.

O GP da Itália em Monza foi a última corrida do campeonato mundial de 1957, que Fangio já havia vencido com duas corridas de antecipação em Nurburgring, na corrida anterior em Pescara a vitória foi de Moss e o incrível Vanwall VW5. Em Monza os três carros da equipe largaram nas três primeiras posições do grid seguidos das Maserati 250F de Fangio e do sempre combativo Jean Behra e foi uma corrida emocionante com muitas trocas de posições vencida finalmente por Moss.
1958 ano do primeiro Mundial de Construtores foi o ano em que Tony Vandervell levou sua Vanwall ao topo da categoria conquistando o campeonato, porem o campeão foi um piloto da Ferrari quando Stirling Moss após vencer cinco das dez corridas provou que pode existir honradez mesmo nas mais ferrenhas das disputas! 

Rui Amaral Jr

Fangio e Moss
Jean Behra
Behra e Moss



Aos amigos que acertaram, HCJ sim é o Musso na 801, Walter, Comendador Canini e alguém que não deixou o nome, muito obrigado. E fica aqui a pergunta; o que aconteceu na final do Campeonato  de 1958?


terça-feira, 1 de abril de 2014

Jean Behra e a Maserati 450S

24 Horas de Le Mans 1957, Jean Behra e a Maserati 450S em que correu com André Simon. Quebraram... 

Uma foto encontrada, um grande carro e acima de tudo um grande piloto...

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quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

FANGIO EM SÉBRING/1957

Fangio e Behra
El Chueco toca a Maserati.

Ano de 1957, Juan Manuel Fangio, El Chueco, prepara-se para mais uma temporada, motivado como sempre e competitivo como poucos. Longe da Equipe Ferrari, que defendera na temporada passada, ele havia voltado à sua velha conhecida, a Officine Alfieri Maserati, onde atuara de 1952 a 1954. Sua programação para as pistas em 57 seria mais uma vez voltada para a participação em provas da Fórmula 1 e dos Sport-cars, agora com a marca do Tridente. Na categoria-rainha, utilizaria o mitológico 250F, carro que conhecia como poucos e nos Sports, dividir-se-ia entre os modelos 450S e 300S. Na etapa de abertura da F1, ganha o Chueco sem maiores problemas, sinalizando que está a fim de mais um campeonato. Mas logo em seguida, nos 1.000 Km de Buenos Aires, em dupla com Stirling Moss e no comando da Maserati 450S faz a pole position, mas abandona com o diferencial quebrado. Incrível como a sorte de Fangio “virava” quando corria com Moss...Após duas vitórias sem contestações, no Grand Prix de Buenos Aires (Fórmula Libre) e no Grande Premio de Cuba (Sports), parte o Chueco para um compromisso bastante importante, as 12 Horas de Sébring, onde voltaria à Maserati 450S e contaria com o inquieto Jean”Jeannot”Behra para ajuda-lo na condução. Um ano atrás, o piloto argentino fora o vencedor da prova no aeródromo, juntamente com Eugenio Castellotti e a Ferrari 860 Monza.

A largada

Poderia ele agora repetir seu desempenho, com a 450S e o sanguíneo Jeannot? E lutando contra times como a própria Ferrari e a Jaguar? A prova começou com liderança da dupla da Ferrari Peter Collins/Maurice Trintignant, com o britânico ao volante. Behra, cai para quarto, mas imprime um ritmo forte para recuperar-se. Ele supera o outro Maserati oficial, de Moss/Harry Schell. Collins puxa o pelotão até a vigésima passagem, mas Behra o ultrapassa e continua forçando e melhora seu tempo de volta várias vezes. Ao entregar a barata ao Fangio, eles estão na dianteira e distante dos outros. O Chueco mantém a vantagem enquanto as Ferrari padecem com problemas nos freios e a dupla Moss/Schell se esforça para resistir aos avanços de Mike Hawthorn/Ivor Bueb e seu Jaguar. Irão terminar nessa ordem, com a dupla franco-argentina como a única a completar as 197 voltas e a Ferrari de Masten Gregory, o Flash de Kansas City e Lou Brero Sr. defendendo a honra de Maranello, à quatro voltas dos vencedores. Ao final daquele ano, o da quinta estrela do Fangio, ele ainda voltaria ao Brasil para duas apresentações, em Interlagos e na Barra da Tijuca, mas com o modelo 300S. Adivinhem o que aconteceu?

CARANGUEJO

Equipe Porsche e os 550RS

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NT: Comentário de Milton Bonani.

Rui, como eu sou louco por Maserati, principalmente a 300S, comprei a uns anos atrás o livro do Walter Bäumer que dizem ser o papa das 300S. Fui verificar nele os dados dessa corrida de Sebring e encontrei informações interessantes. Veja: Como o prêmio dessa corrida era bem grande e a Maserati tinha muito interesse no mercado americano, enviou para essa corrida 4 carros: 2 -300S 1 - 450S e 1 - 250, mais de 5 toneladas (!!!) em peças de reposição, 8 pilotos, 8 mecânicos e mais 10 pessoas para compor a equipe. Confesso que pela foto fiquei em dúvida se o carro do Fangio era mesmo uma 450S, mas o livro confirma que ele e o Behra correram mesmo na 8 cilindros.

Milton Bonani

 Já que os amigos comentam e ajudam muito, a foto tirada pelo Paulo Levi em Elkhart Lake.

Aos dois um abração!

 

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Avus 2 de Agosto de 1959

Jean Behra teve uma carreira, diria eu, explosiva, e logo o Caranguejo vai contar mais sobre ela, sem duvida alguma foi um grande piloto.
1959, entre idas e vindas na Formula Um, pelas equipes Gordini, Maserati e Ferrari começou a desenvolver um projeto com a Porsche para F I e com o mítico 550 Spyder, disputava provas de carros Esporte.





Largada, #21 Behra, #22 Bonnier, #23 Von Trips

 Bonnier e Behra
Behra examina o RSK

Naquele dia chuvoso em Avus, ele iria disputar a corrida de Formula Um com seu Behra-Porsche Special, mas antes disputaria a corrida de carros esporte, ao volante do 550 Spyder em uma versão mais avançada, o RSK, ele largava na primeira fila entre Jo Bonnier e Woalfgang Von Trips.



Croquis de alguns acidentes na Nordkurve

Na terceira ou quarta volta, quando vinha disputando a liderança, e ao chegar na Nordkurve, a Rampa da Morte, curva Norte de Avus, feita de tijolos e com uma inclinação de 43º, seu carro perde o controle a mais ou menos 185 km/h e sai da pista, Behra, numa época em que quase não se falava em segurança, solto no carro sem cintos voa e bate em um dos postes que margeavam a pista. O carro fica pendurado e ele cai  de uma grande altura...era o fim de uma carreira polemica, mas sem duvida alguma brilhante!