A VERDADE NÃO SERIA BASTANTE PLAUSÍVEL SE FOSSE FICÇÃO - Richard Bach
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segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

A Tríplice Coroa por Wagner Goanzalez

Ilustração de Wagner Gonzalez

Sempre tive vontade de escrever sobre a Tríplice Coroa de Hill, Formula Um, Indianapolis e 24 Horas de Mans, agora meu amigo Wagner com muita propriedade me passou à frente. Muito bom o post não deixem de ler.

link 

sábado, 18 de junho de 2016

Lotus 48

Jimmy na 48 em Pau 1967.
Jimmy com a 43.
 Hill com a 48

Jimmy com a 48 lidera Jackie Stewart.
Jackie Oliver com a 48 em Nurburgring.


Hockenhein 1968 - Kurt Ahrens ao lado de Jimmy. 

A Lotus 48, foi o modelo criado pela Lotus Cars para competir na Fórmula 2 e utilizado nas temporadas de 67-68. Projetada por Maurice Philippe, substituiu a Lotus 44 e fez parte de uma série de carros desenhados por Philippe, como a Lotus 39 (Tasman Series); a Lotus-BRM 43 e três projetos icônicos da equipe de Colin Chapman: a Lotus 49, a Lotus 72 e a Lotus 56 Turbine. A 48 contudo, teve uma trajetória irregular, alternando resultados de destaque com sua participação na tragédia de Hockenheim, quando o mundo da velocidade perdeu Jim Clark. Durante a temporada de 1967, o novo F2 da Lotus demonstrou sua versatilidade, pois a estréia ocorreu sob o comando de Graham Hill em uma das etapas da Tasman Series. Em outras aparições, foi conduzido por Jackie Oliver no GP da Alemanha/67, oportunidade em que disputou contra carros da F1 e saiu-se muito bem: Oliver foi o quinto colocado na difícil pista de Nurburgring, vencendo entre os carros da categoria. Mas o maior número de conquistas veio pelas mãos de James Clark Jr. vencedor do GP de Barcelona (Montjuich Park); da 6ª etapa do Europeu (Jarama) e do GP da Finlândia (Keimola Ring). O carro era equipado com um motor Cosworth FVA 1600 cc, caixa de marchas de 5 velocidades (manual) e pneus Firestone. Em 1968 porém, tornou-se infame pois foi o último monoposto conduzido por Jim Clark, que disputava o Deutschland Trophäe em Hockenheim, quando o carro subitamente ficou sem controle e chocou-se contra uma árvore. Em 69, o Team Irlanda adquiriu dois chassis da Lotus 48 e com um deles, John Watson participou do Wills Trophy em Thruxton. Foi substituída pela Lotus 59.

CARANGUEJO

sábado, 11 de junho de 2016

Conta Caranguejo...

 Hill e Jimmy chegando em Enna-Pergusa para o VI Gran Premio del Mediterraneo 1967
Gran Premio di Madunina - European Trophy for Formula 2 Drivers, Round 8
L'Autodromo di Pergusa, Enna, Sicily, Italy - Hill foi 7º e Clark quebrou, ambos de Lotus 48 Cosworth FVA.

Sequência da primeira etapa do Europeu F2 em Montjuich, 68. Primeiro, Jimmy já foi atingido pela Dino 166 do Ickx e rodou. Jochen Rindt tenta escapar com sua Brabham. Saldo da batida, pneu furado e desistência de Clark. Essa batida pode ter tido desdobramentos terríveis na etapa seguinte, em Hockenheim. E se Ickx atingiu algum componente da suspensão traseira do Lotus, detalhe que poderia ter escapado à uma revisão mal feita?.

Jimmy chega no box com a suspensão quebrada. 
Em 68, Jimmy disputando e vencendo a Tasman Series com a Lotus 49T,
já com apoio da Imperial Tobacco, através da marca Gold Leaf.
O tímido namoro de Jimmy com Kate Eccles em Monza/67.

Caranguejo

quarta-feira, 18 de maio de 2016

Jack Brabham e Graham Hill



Fala aheeee, Grandalhão. 

Aproveitando que hj é dia do seu NATALÍCIO, mando essas imagens, que tenho QUASE certeza , que vc não deve saber que esse fato aconteceu . Foi durante o GP da Inglaterra de 1969. Umas duas semanas antes do GP , Jack Brabham estava treinando com o Brabham BT 26 que ia muito bem naquele ano e deu uma batida e quebrou o tornozelo esquerdo. Ficou impossibilitado de participar do GP inglês. Mas o que chamou atenção foram os treinos iniciais de 5ª feira. A equipe Lotus não aprontou seus carros e Jochen Rindt e Graham Hill ficaram a pé. Com isso Ron Tauranac, convidou Hill para dar umas voltas no Brabham de Old Jack , no que o então campeão mundial aceitou sem pestanejar. Uma pérola  nos anais da categoria , que hj em dia é SIMPLESMENTE IMPENSÁVEL que possa a vir a ocorrer de novo. Nas fotos vc pode ver Graham guiando o Brabham nº 8 a toda velocidade com o seu inconfudível capacete e ele parado nos boxes trocando informações com Ron Tauranac.Detalhe em pé olhando atento a outra coisa o jovem Ron Dennis. Mando tb a foto do Jack Brabham andando de muleta nos boxes na ocasião do GP. Na corrida Ickx chegou em 2º sem gasolina , mas chegou . O vencedor foi o futuro campeão mundial o escocês Jack Stewart com sua Matra Ford depois de um pega incrível com Jochen Rindt até a quebra deste. É isso meu caro . Se vc já sabia , pelo menos tentei... Se não , fica como um presente do seu aniversário.Acho que fica legal publicar no blog. 

Black Jack 
Ron e Hil na Brabham BT26 - BT = Brabham &Tauranac 
Hill e a BT26
Stewart e Rindt
Ickx
Stewart
Stewart e sua mulher Helen

Abção... Grandalhão....

Ronaldo Nazar

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Muito obrigado Ronaldão meu amigo!

Para quem não conhece a FERA o Ronaldão é um entusiasta do automobilismo, com sua enorme coleção de livros e revistas, que lê e rele sempre, tem sempre alguma ótima história para contar. Um dia conto o que este ser incrível fez e faz por nosso automobilismo! 

Um beijão à família Nazar; Sonia, tia Lena, Pandora e Ronaldão. 

terça-feira, 29 de março de 2016

Hill, Niki, Ferrari, Brabham...

...em duas fotos belíssimas que meu amigo Mauro Salin postou hoje!


 1971 o batalhador Graham Hill com a Brabham BT34 em Nurburgring preparando-se para dois anos depois lançar a própria equipe, grande piloto, grande batalhador!
1977, os carros da Ferrari se preparando para o GP de Long Beach. #11 Ferrari 312T2 de Niki Lauda que com o segundo lugar empatou com Jody Schekter na liderança do campeonato que o levaria ao seu segundo titulo mundial, a vitória foi de Mario Andretti com a Lotus 78.

Valeu Mauro, um abraço.

Rui Amaral Jr

sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

As respostas ao Caranguejo...






Hélio Canin Jr.  28 de janeiro de 2016 17:50

Eles tem em comum, um dos carros mais versáteis e longevos carros da história da F-1.
Em 2014, fiz um breve levantamento sobre o 49.
Foram 12 vitórias (seis do modelo original, cinco do 49B e uma vitória do 49C).
19 poles position (sendo dez do 49 e nove do 49B).
14 voltas mais rápidas (sendo sete do 49, seis do 49B e uma do 49C).
Como comparativo, o mais longevo da F-1 moderna, foi o 72 que conquistou 20 vitórias, 17 poles e 9 voltas mais rápidas. 

Claro que se Jim Clark e Jochen Rindt houvessem continuado disputando Grand Prix os números de ambos, 49 e 72, seriam bem mais 'elásticos'.

Um grande abraço a todos!


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Claudinho   28 de janeiro de 2016 21:51

Todos eles foram campeões com Lotus.

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Barba  29 de janeiro de 2016 08:16

Rui,

A lendária Lotus 49, estreou na Holanda em 67, trazendo os não menos lendários Ford Cosworth para dominar a F1 por 7 anos seguidos e mais uns 5 ou 6 depois.Vitória do Clark a estréia. Aliás que bela atravessada, a dele.

Abraço,

Barba

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Jean Paul Bés 

Todos campeões com Lotus

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Todos pilotaram a célebre Lotus 49, em suas diferentes configurações,
o que torna a 49 o verdadeiro "Carro dos Campeões".

Caranguejo


quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Caranguejo pergunta...

...o que existe em comum entre estes cinco grandes campeões? 

 Jimmy
Grahan
Jochen
 Emerson
Mario

sábado, 5 de dezembro de 2015

Mister Mônaco...

1965...no belo desenho de meu amigo José Roberto Chambel , Granham Hill vence pela terceira vez consecutiva no Principado, fez também pole com 1'32"50/100 e melhor volta com 1'31"70/100 desta vez com a BRM P261, seu grande adversário e campeão daquele ano Jimmy Clark não correu preferindo disputar as 500 Milhas de Indianópolis onde venceu. Hill foi secundado por Lorenzo Bandini na Ferrari 1512 e Stewart ´com a outra BRM.

Hill seguido de perto por Surtees-Ferrari 158 . Foto GettyImages 
Foto GettyImages

CORRIDA COMPLETA


    

segunda-feira, 18 de maio de 2015

Tony Brise



  Uma espessa nevoa, daquelas que quem conhece a Inglaterra sabe bem como são, levou de nós, os aficionados pelo automobilismo, o grande piloto à esta altura aposentado Grahan Hill, vencedor da tríplice coroa do automobilismo, Indianápolis, 24 Horas e Le Mans  e bi Campeão do Mundo de Formula Um e um piloto contratado por Hill para ser seu substituto e que já à esta altura se destacava, Tony Brise. 

Brise venceu em 1973 dois dos mais importantes campeonatos britânicos de Formula 3, correu na Formula 5.000 e em 1975 aos 23 anos estreou na Formula Um no desastrado GP da Espanha em Montjuich e depois da lambança toda da corrida mesmo tendo largado em 21º chegou no sétimo lugar, na corrida seguinte em Mônaco ficou de fora e aproveitou para correr a tradicional prova da F.3 do Principado tendo nesta corrida feito a pole e a melhor volta. Não lembro o motivo mas na derradeira bateria largou no final do grid de 18 carros e numa corrida de recuperação encontrou o piloto brasileiro Alex Dias Ribeiro que segurava o segundo lugar e...

1975 - Formula 3 no Principado e Tony com seu Modus M1 Ford TC/Brown encontra Lequinho no March 753 Tayota/Novamotor.



 GP da França Le Castellet em sua quarta corrida na F.um já brigando com as feras!

Já no próximo GP da F.Um em Zolder na Bélgica estava pilotando uma Embassy-Lola GH1, largou num ótimo sétimo lugar mas problemas de motor o tiraram da corrida na 17ª volta. No GP seguinte em Anderstop apesar de largar apenas no 21º lugar conquistou um belo sexto sendo seu único ponto na F.Um. Nos GP finais do campeonato sempre apareceu competitivo, tendo largado em sexto no GP da Itália em Monza, mas várias quebras o impediram de pontuar.

Hill e seu Embassy 

Naquele 29 de Novembro de 1975 Hil, Brise e quatro membros da equipe voltavam para Londres depois de um treino em Pau Ricard, foi quando o Piper Azteca encontrou a densa neblina que pairava sobre Londres...  


Rui Amaral Jr 

Ao Walter e Paulo Alexandre.

terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

Conta Chico..

... , pois é amigos, vejam esta foto promocional da equipe  HOLLYWOOD  em que HILL esta no momento posando, mas depois ele chegou a andar no meu F.FORD........da ESQ. P/ a DIR. ANISIO CAMPOS , eu dentro do F.FORD, HILL , mestre LUIS P. BUENO e LIAN DUARTE....!!!!!!!!

Abraço Chico Lameirão

terça-feira, 22 de abril de 2014

RECLAMES


1968, Clark na Tasmânia.

Dizem por aí que o “inventor” do patrocínio no automobilismo foi Colin Chapman, através da marca Gold Leaf,em 1968. É verdade que Chapman assinou com a Imperial Tobacco um contrato para a Lotus nas categorias onde ela se apresentasse. Mas na primeira corrida da temporada de 68, vencida pelo inesquecível Jim Clark a equipe ainda portava o green british Racing. O carro só apareceu vermelho, branco e dourado na Tasman Series, dando início a uma fase nova do automobilismo no mundo. 

Tean Guston 1967
1968 com a bela Brabham BT20
1967 em Kyalami Jonh Love chega no segundo lugar com a Cooper T79 atrás de Pedro Rodriguez de Cooper T81  

Mas na verdade, devemos agradecer ao Dr. Anton Rupert, executivo da indústria tabagista sul-africana, bilionário e crítico do apartheid. Foi Rupert quem criou o Team Gunston, equipe que surgiu em dezembro de 1967 e participou do GP em Kyalami/68, com dois carros, um Brabham BT20 para John Love e um LDS para Sam Tingle. Antes da Lotus. Então foram esses obscuros afrikaners quem criaram o patrocínio? Na verdade, a primazia, ainda que acidental, deve ser mesmo creditada ao Lotus Team. 

A Lotus 25 Climax de Geki Russo no GP da Itália em Monza 1965

E ao piloto italiano Giacomo “Geki” Russo, tetra campeão italiano da Fórmula 3 e que participou do GP da Itália em 64-65-66. Sua únicas participações na F1, Geki fez uma tentativa em 1964 com um Brabham BRM BT11, mas não obteve qualificação; no ano seguinte, reapareceu com um Lotus Climax 25 e um inusitado apoio, como podemos ver na foto. Dizem que Chapman, recebeu o patrocínio em espécie...Finalmente em 1966, foi o nono colocado com o Lotus Climax 33, mas quis o destino que este pioneiro ficasse mais conhecido como uma das vítimas do terrível GP de F3 em Caserta, 1967. E nunca podemos descobrir aonde o salame o levaria.

1968 Jarama,  Hill vence a primeira corrida em mundial de F. Um com a Lotus 49 com as cores da Gold Leaf, na foto à frente de Hulme e a McLaren M7A.

CARANGUEJO