A VERDADE NÃO SERIA BASTANTE PLAUSÍVEL SE FOSSE FICÇÃO - Richard Bach
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sábado, 16 de setembro de 2017

Fragilidade...

Piers Courage com a Willians TB26A nada mais que uma Brabham a frente de Grahan Hill em Silverstone no GP da Inglaterra 1969. 

Nesta semana postei no Facebook um post que escrevi sobre Piers Courage cerca de seis anos atrás, relendo o texto e vendo as fotos comecei a lembrar daqueles "charutos" velocíssimos e da fragilidade deles perto dos atuais F. Um.
Piers(link) pereceu num terrível acidente que hoje na categoria seria inimaginável porem o automobilismo continua sendo um esporte de risco em todas categorias vide o caso de Jules Bianchi (link)    .

Rui Amaral Jr

Na Lotus esta a 63 com tração nas quatro rodas a pedaleira e consequentemente os pés do piloto ficavam a frente do eixo com um anteparo dianteiro super frágil!
A Lotus 72
Emerson na Lotus 49C numa homenagem a Rindt, vejam a fragilidade e exposição do piloto!
 Robert Kubica em seu impressionante acidente no Canadá, sete anos atrás os carros já eram seguros, a cabeça dos pilotos protegidas por anteparos e o hans e os cockpits em fibra de carbono, quase indestrutíveis!    
Lewis e a McLaren

Sem querer me comparar aos grandes que citei vejam como era a segurança de um VW D3... um Sto Antonio de seis pontos, eu usava sempre um bom macacão e capacete Bell, cintos de segurança Willians de seis pontos massss o banco era de kart e o pescoço e cabeça ficavam soltos...um carro destes chegava ao final do Retão de Interlagos a cerca de 210 km/h!!! 

quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

Conta Chico...pai coruja!

..........  , amigos , pai coruja sempre fui ......!!!!!! A bem da verdade , MARCOS é uma pequena """ engrenagem """" dentro de um câmbio de 300 pessoas, mas não deixa de ser animador.....!!!!!!!! 

                                          BOM NATAL para todos vocês , e um 2017 o MELHOR POSSÍVEL 
                                       
                                                                    ABRAÇO AMIGO de CHICO LAMEIRÃO

A temporada de 2017 da F.Um vem com muitas modificações, e Marcos Lameirão filho do Chico é um dos responsáveis pela parte aerodinâmica da Force India, outro dia o Chico e Marcos visitaram nosso amigo Ricardo Bock infelizmente não pude ir, caso contrário encheria o Marcos de perguntas!
Boa temporada Marcos, você não é apenas o orgulho do velho mas de todos nós!

Rui Amaral Jr



sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

SCARAB

Chuck Draigh em Spa


Construído nos EUA por Lance Reventlow o Escaravelho tentou no ano de 1960 uma carreira na Formula Um, foram cinco tentativas, não se classificando para largada em Monaco, Zanvoort e França. Em Spa o piloto Lance Revlentlow largou em 15º à mais de 18 segundos do pole  e Chuck Daigh em 17º   à mais de 28`, ambos quebraram. Usava um motor com comando de válvulas desmodrômico que não conseguiu ser usado em sua plenitude, apresentando muitos problemas em todas as corridas. 
Finalmente em sua última aparição na F.Um em Riverside o piloto e dono da equipe se classificou à longos 18 segundos do pole terminando a corrida muito distante apesar da décima colocação.


Antes da aventura na F.Um Revletlow fez nos EUA vários carros de sucesso pilotados por nomes com Carrol Shelby, Dan Gurney, Stirling Moss e Richie Ginther que também testou o F.Um.

Rui Amaral Jr   

Chuck Daigh em Spa.
Lance em Mônaco seguido de Stirling Moss. 

terça-feira, 12 de janeiro de 2016

A aerodinâmica...

...em 1973 ainda era algo muito distante dos dias atuais quando no túnel de vento e moderníssimos  computadores os engenheiros especializados vão buscar milésimos de segundo para adicionar nos carros, e era assim em 73  que eles testavam...

 Ickx - Ferrari 312B3
  Amon - Tecno E731
Lole - Brabham BT42 
 Emerson testa o aerofólio baixo no Canadá. 
 Follmer - Shadow DN1
 Hill - Shadow DN1
 Howden Ganley - Iso/Frank Willians
 Merzario - Ferrari 312 B3 
 Ronnie em sua Lotus 72E de teste em Monza 
Nas duas fotos Antonio Bronco, ops descupem o Bronco era um amigo de Biju Rangel quando foi para F.Um usou o nome de Rick von Opel! Ensign N173

 Stewart - Tirrel 005


Rui Amaral Jr


segunda-feira, 14 de abril de 2014

Enquanto isto na Ferrari...



Stefano Domenicali si dimette dalla Direzione della Gestione Sportiva

Maranello, 14 aprile – Stefano Domenicali ha deciso di rassegnare le sue dimissioni da Direttore della Gestione Sportiva.
“Ci sono particolari momenti nella vita professionale di ognuno di noi” – ha detto Domenicali – “in cui ci vuole il coraggio di prendere decisioni difficili e anche molto sofferte. E’ ora di attuare un cambiamento importante. Da capo, mi assumo la responsabilità – come ho sempre fatto – della situazione che stiamo vivendo. Si tratta di una scelta presa con la volontà di fare qualcosa per dare una scossa al nostro ambiente e per il bene di questo gruppo, a cui sono molto legato. Ringrazio di cuore tutte le donne e gli uomini della squadra, i piloti e i partner per il magnifico rapporto avuto in questi anni.
A tutti auguro che presto si possa tornare ai livelli che la Ferrari merita.
Infine, vorrei fare l’ultimo ringraziamento al nostro Presidente per avermi sempre sostenuto e un saluto a tutti i tifosi con il rammarico di non aver raccolto quanto duramente seminato in questi anni”.
- See more at: http://formula1.ferrari.com/it/news/stefano-domenicali-si-dimette-dalla-direzione-della-gestione-sportiva#sthash.LVXr4mNI.dpuf


La Ferrari ringrazia Stefano Domenicali

Maranello, 14 aprile 2014 – La Ferrari ha preso atto delle dimissioni di Stefano Domenicali e lo ringrazia per avere servito l’azienda con grande dedizione in ruoli di crescente responsabilità per 23 anni. A Stefano Domenicali gli auguri più sinceri per il futuro.
- See more at: http://formula1.ferrari.com/it/news/la-ferrari-ringrazia-stefano-domenicali#sthash.rgZpA5pB.dpuf


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domingo, 14 de abril de 2013

GP da China 2013

Valeu acordar para assistir, uma grande corrida, e no final "apenas" cinco campeões do mundo nos cinco primeiros lugares. Gostei da corrida de Button, Hulkenberg e Sérgio Perez, raçudos apesar de algumas atrapalhadas dos novatos.
Até o final grandes duelos...

Uma Vitória com V maiúsculo...
Foto Reuters
Notem que a asa de Alonso abre após ultrapassar Vettel, quem me alertou foram meus amigos Rilder e Duran, atentos na madrugada e na bela corrida...


RESULTADO

1º   Fernando Alonso - Ferrari     1h36min26s945
2º   Kimi Raikkonen - Lotus     + 10s100
3º   Lewis Hamilton - Mercedes    + 12s300
4º   Sebastian Vettel - Red Bull     +12s500
5º   Jenson Button - McLaren         +35s200
6º   Felipe Massa - Ferrari              +40s800
7º   Daniel Ricciardo - Toro Rosso +42s600
8º   Paul di Resta -                            +51s000
9º   Romain Grosjean - Lotus          +53s400


sábado, 28 de julho de 2012

Hungria F I grid e GP2 1ª corrida

Razia 
Razia força na briga pelo 3º lugar


GP2: Razia é terceiro e sustenta liderança do campeonato

Piloto brasileiro faz grande largada e garante pódio em uma das corridas mais agitadas da temporada

Em uma corrida extremamente equilibrada e empolgante no circuito de Hungaroring, Luiz Razia garantiu uma posição no pódio e manteve a liderança do campeonato da GP2. Na prova deste sábado, que abriu a rodada dupla na travada pista húngara, o brasileiro terminou em terceiro lugar, 1s5 atrás de Max Chilton e Davide Valsecchi, após um movimento crucial na largada.
Partindo da quinta posição, do lado limpo da terceira fila do grid, o piloto da equipe Arden ganhou duas posições já na primeira curva e seguiu no ritmo dos dois primeiros, mantendo a posição na parada obrigatória e partindo para cima de Valsecchi quando o trio enfrentava tráfego. O brasileiro e o italiano completaram três curvas lado-a-lado, com o rival conseguindo sustentar a posição e o "top 3" mantendo a ordem até o final.



Formula Um

Lewis Hamilton

Romain Grosjean 

Tião Vettel



GRID

1º - Lewis Hamilton (ING/McLaren-Mercedes) - 1min20s953
2º - Romain Grosjean (FRA/Lotus-Renault) - 1min21s366
3º - Sebastian Vettel (ALE/Red Bull-Renault) - 1min21s416
4º - Jenson Button (ING/McLaren-Mercedes) - 1min21s583
5º - Kimi Raikkonen (FIN/Lotus-Renault) - 1min21s730
6º - Fernando Alonso (ESP/Ferrari) - 1min21s844
7º - Felipe Massa (BRA/Ferrari) - 1min21s900
8º - Pastor Maldonado (VEN/Williams-Renault) - 1min21s939
9º - Bruno Senna (BRA/Williams-Renault) - 1min22s343
10º - Nico Hulkenberg (ALE/Force India-Mercedes) - 1min22s847
Q2
11º - Mark Webber (AUS/Red Bull-Renault) - 1min21s715
12º - Paul di Resta (ESC/Force India-Mercedes) - 1min21s813
13º - Nico Rosberg (ALE/Mercedes) - 1m21s895 
14º - Sergio Perez (MEX/Sauber-Ferrari) - 1min21s895
15º - Kamui Kobayashi (JAP/Sauber-Ferrari) - 1min22s300
16º - Jean-Eric Vergne (FRA/STR-Ferrari) - 1min22s380
17º - Michael Schumacher (ALE/Mercedes) - 1min22s723
Q3
18º - Daniel Ricciardo (AUS/STR-Ferrari) - 1min23s250 
19º - Heikki Kovalainen (FIN/Caterham-Renault) - 1min23s576
20º - Vitaly Petrov (RUS/Caterham-Renault) - 1min24s167
21º - Charles Pic (FRA/Marussia-Cosworth) - 1min25s244
22º - Timo Glock (ALE/Marussia-Cosworth) - 1min25s476
23º - Pedro de la Rosa (ESP/HRT-Cosworth) - 1min25s916
24º - Narain Karthikeyan (IND/HRT-Cosworth) - 1min26s178

FOTOS: GettyImagesBrasil , Reuters 




segunda-feira, 9 de abril de 2012

Fangio e a Squadra Primavera II

Juan Manuel Fangio 

O campeonato mundial de 1956, parece ter sido o mais difícil dos cinco conquistados por Juan Manuel Fangio em sua gloriosa carreira. No titulo de 51, a Alfetta 159 ainda era um carro competitivo e Ascari e a Ferrari 375 só tornaram-se uma ameaça depois de metade da temporada; em 54 e 55, com a fabulosa Flecha de Prata W196, o Chueco era quase imbatível e em 57, Fangio jogava com a tática do reabastecimento para ter alguma vantagem frente a adversários com carros mais evoluídos.
Mas em 56, a F1 estava em um momento de transição. A Mercedes Benz havia se retirado das pistas após a tragédia de Le Mans no ano anterior e a Lancia, também atingida por uma tragédia, a morte de Alberto Ascari, doara seus modelos D50 à Ferrari.

Fangio e a D50.

Para Enzo fora um grande negócio. A Ferrari havia fracassado com seus modelos 625, 553 e 555 (Supersqualo) e fora fragorosamente batida pela Mercedes. Com os novos carros, projetados por Vittorio Jano, o Comendador tinha a chance de voltar a dominar a categoria com nos bons tempos de Ciccio Ascari, em 52-53.
Com a contratação de Fangio, um tricampeão, a Scuderia mostrava que não estava brincando e compusera o time com mais três jovens pilotos: Luigi Musso, Eugenio Castellotti e Peter Collins. El Chueco já contava com 45 primaveras e não correria para sempre. Era preciso achar-lhe um sucessor.

Fangio no GP da Argentina em Buenos Aires.

A temporada começou pelo GP da Argentina e logo o Maestro veria que tinha agora um carro veloz...e não confiável.
Para sua sorte, o regulamento permitia que um piloto fosse inscrito em uma prova também com os carros de seus companheiros de equipe. Assim, em caso de problemas, ele poderia continuar na corrida com o carro de um parceiro, com quem dividiria os pontos obtidos.
E é o que acontece em Buenos Aires, quando Fangio, líder da corrida, tem problemas com a bomba de combustível e abandona. Imadiatamente, pega o carro de Luigi Musso e volta à pista, mas não evita uma rodada na Curva Ascari e o consequente atolamento na lama existente na curva. O Campeão é colocado de volta na corrida, graças ao empurrão de cinco comissários de prova, o que caracterizaria auxílio e lhe custaria uma desclassificação.
Mas quem teria peito para desclassificar o Chueco, numa corrida em Buenos Aires?
Ele então prossegue, recupera posições e ultrapassa Stirling Moss, cujo motor quebra, vencendo assim sua primeira corrida pela Ferrari.

Stirling Moss e a Maserati 250F em Mônaco.
Eugenio Castelloti e a D50 em Mônaco, com o carro batido de Fangio.

Em Mônaco, após fazer a pole, um incidente bizarro: bate num fardo de feno quando tenta desviar de um acidente à sua frente. Com o carro desalinhado, troca-o pelo de Peter Collins. Enquanto isso, Eugenio Castellotti, que enfrenta problemas com o câmbio em sua Ferrari, troca-a pela que Fangio estava usando, já consertada e termina na quarta posição. Fangio por sua vez é segundo, nessa que é a classificação mais esquisita da F1: um mesmo piloto (Fangio) em 2ª e 4º lugares. Vitória de Stirling Moss.


Spa, o  piloto e jornalista Paul Frere levou sua Ferrari D50 ao segundo lugar.
Frere foi brilhante em ambas atividades e nos deixou o ano passado.

Em Spa, problemas de transmissão na 23ª volta produzem o primeiro abandono do Fangio em um ano. Vitória de Peter Collins. Moss perde uma roda, troca de carro com Cesare Perdisa e chega em 3º. Em Reims, o Chueco lidera a corrida, mas uma mangueira de combustível danificada o faz terminar em 4º lugar. Desconfiado de uma sabotagem, parece ter tomado nesse dia a decisão de deixar a equipe no final da temporada. Nova vitória de Collins, líder do campeonato, enquanto o argentino é apenas terceiro, seis pontos atrás. 


Silverstone.
Nurburgring, #2 Peter Collins, #1 Fangio, #7 Moss.
Monza, no começo da corrida Fangio à frente de Moss.
Moss vence em Monza e Fangio vence seu quarto Campeonato Mundial de Formula Um.
Capa da revista Autosport, Collins entrega seu carro a Fangio.

Silverstone, reação de Fangio, que vence sem maiores problemas, enquanto Collins precisa do carro de Fon de Portago para ser o segundo. Em Nurburgring, prova dura. Todas as D50 ficam pelo caminho, exceto...a de Fangio, que faz a pole e chega à frente de quatro Maseratis: Moss, Behra, Godia e Rosier. Passa também à frente no campeonato com oito pontos. Finalmente em Monza, decisão emocionante: Fangio larga na pole, mas o líder é Stirling Moss. O Maestro ocupa uma confortável segunda posição quando na volta 20, passa a ter problemas com a direção da Ferrari. Nos boxes, é surpreendido com a recusa de Musso em ceder-lhe o carro. O romano diria depois que estava bem colocado e não viu razão para "sacrificar-se". Fangio receberá a ajuda voluntária de Peter Collins, que entrega-lhe seu carro: "Siga você, Maestro. Sou jovem e terei tempo de lutar por outros campeonatos", disse-lhe Collins, sem saber que em dois anos morrerá em Nurburgring. O Chueco volta à corrida e para os que pensavam que sua estrela perdera o brilho, ela volta com força total. Terceiro no retorno, é beneficiado com a quebra do rebelde Musso e nas voltas finais, o eterno vice, Moss fica sem combustível longe dos boxes. Mas mesmo o azar de Stirling tinha limites e ele  é empurrado pelo carro de Luigi Piotti até os boxes, onde reabastece e volta à pista antes de ser ultrapassado. Vitória de Moss na corrida e do Fangio no campeonato.

Carlos Henrique Mércio - Caranguejo


A Squadra Primavera

Castelotti.

Peter Collins.
Luigi Musso.

Após a morte de Ciccio Ascari, Enzo dedicou-se a procurar um outro campeão e criou a Squadra Primavera, um projeto que selecionou jovens pilotos e tentou fazer de um deles um novo Alberto Ascari, talvez.
Esses pilotos eram os italianos Luigi Musso, Eugenio Castellotti e Cesare Perdisa, os ingleses Mike Hawthorn e Peter Collins e o alemão Wolfgang von Trips. Perdisa foi o primeiro a ser rejeitado e talvez trocado por Alfonso de Portago. Fangio trabalhou ou competiu contra todos eles. Apenas Perdisa morreu de causas naturais.

Caranguejo

Fangio conta com maestria a arte de pilotar a D50