A VERDADE NÃO SERIA BASTANTE PLAUSÍVEL SE FOSSE FICÇÃO - Richard Bach
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quinta-feira, 13 de outubro de 2016

Conta Chico...

.............1974, lá se vão 42 anos, muito tempo.......!!!!!!! INTERLAGOS, AINDA o VERDADEIRO, com a turma que iniciou a melhor categoria  do BRASIL, ATÉ A PRESENTE DATA,  a SUPER V  1.6 ........!!!!!!!! Todos aí """" mandavam ver """" sem excepção, a diferença poderia estar na preparação dos motores pois era o início da categoria, isso é normal  o aprendizado .....!!!!!!  Alguns desta foto  já não estão mais entre nós , este é o curso natural da vida: 

               MILTON AMARAL, JOSÉ PEDRO CHATEUBRIAN de MELLO , que DEUS os tenha ....!!!!!!!!!!


Abraço Chico Lameirão

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Comentário do Chico no post do Caranguejo, resolvi fazer um post só para o comentário e foto e dedicar aos amigos que com a graça de Deus ainda estão entre nós e são tantos, à cada um meu forte abraço. 
O post do comentário "Juca"...me parece que conheço o personagem!

Abração Chico.

Rui Amaral Jr

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

Formula Super Vê ou 1.600.

À todos os amigos que competiram nesta categoria maravilhosa...Chico, Ricardo, Biju, Julio, Guaraná, Zé Pedro, Mansur, Cavallini, Teleco, Avallone...   


Obrigado Jr Lara!

Um abração à todos.

Rui Amaral Jr

terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

Otto Kutner

Jan Balder, Otto Kurtner e Marinho



Ontem recebi a noticia de que o engenheiro Otto Kutner nos havia deixado. Telefonou-me Benjamin Rangel informando. Benjamin era dos que sabia da importancia desse homem nas nossa vidas no campo do esporte motor. Ficamos ambos satisfeitos em saber que Jan Balder esteve entre os presentes nessa partida do engenheiro.
Tempos passados escrevi um artigo publicado por nosso amigo Joaquim Lopes - Mestre Joca - sobre uma façanha da carreira do engenheiro Otto Kuttner cuja complexidade em explicar a importância me trouxe várias críticas pessoais sobre o formato para entendimento geral do texto explicativo. Mas é que se trata de um processo mecâico realmente complicado de explicar o funcionamento a não ser que o "design"do sistema seja o objetivo principal. Qual seja , fazer diferente...

Otto Kuttner a meu ver foi um passo adiante no idos dos anos 70 e hoje se anuncia como o precursor que entendeu o processo físico do sistema uma vez que aqui e agora Otto Kuttner se faz presente de par e liga com os engenheiros mais atuantes nos projetos dos monoposto de Formula 1.

Este é um trecho do referido artigo que rabisquei:
"...Meu aprendizado sobre o “como” do sistema Pullrod me foi oferecido pelo engenheiro Otto Kuttner, da Volkswagen um dos grandes engenheiros de pista que jamais foram aproveitados no Brasil, por falta de seriedade nesse nosso esporte motor. Otto era um da dupla que estava encarregado de assistir aos construtores na Formula Super Vê, sob organização da Volkswagen e bênção de Wolfang Sauer.

O que eu aprendi sobre o sistema me foi passado por um piloto importante de São Paulo que testou o Austro Kaimann Super Vê, modificado por Otto Kuttner. Das observações do piloto eu entendi o “Porque” num exaustivo e delicioso exercício dentro do laboratório da minha mente. Decorridos quase 30 anos, por mais que eu busque na internet algum tema elaborado sobre o sistema Pullrod, nada encontro."

E continuamos a nada encontrar mas a engenharia "entendeu" mas tem dificuldade de explicar ou preferencialmente manter "secreto"o objetivo e resultantes do sistema "Pull Rod" aplicados nas suspensões dos monopostos hoje mais do que nunca dependentes de combinações aerodinâmicas que a suspensão e  a geometria do monoposto deve se acomodar para exercer sua função.

Quando Sebastian Vettel parecia um piloto diferente e nós buscávamos definir seu lado prodígio nos anos da Red Bull, eu, sem desejar me vangloriar escrevi sobre a experiencia do engenheiro Otto Kuttner no formula Super Vê Austro Kaimann sob o comando de Francisco - Chico- Lameirão. Anos após esse avento, de fato, quase 30 anos decorridos, um dia conversando com o Chico ele me disse numa exposição de fatos e prodigiosa memória que : "naquele dia, quando eu desci do carro eu tinha certeza que eu necessitava de uns 30 cavalos a mais de potência para sequer aprumar o carro nas curvas tirando o máximo do poder de aderência do monoposto. Eu estava literalmente empurrando os outros dentro das curvas..."
Para um "acertador"de carros no qual fiz sólida reputação aquelas palavras partindo do Chico, de longe o melhor comunicador das atitudes do carro na pista que eu conheci, se traduzia numa informação de ouro a por um dia em prática se a oportunidade pudesse acontecer.

Nos Anos Red Bull de ouro do Jovem Sebastian Vettel ele havia adquirido a habilidade de extrair o máximo em aderência da suspensão traseira do seu monoposto operando com o sistema Pull Rod. Era visível seu desempenho nas saídas de curva quando literalmente "estilingava" o seu monoposto em comparação aos outros concorrentes inclusive seu colega de equipe.

Ali se aliava o piloto com o benefício máximo do desempenho mecânico da suspensão e conjunto geométrico do carro. Eu havia percebido isso e descrito essa observação que justificava na real o motivo do superior desempenho convergente entre homem e máquina.

Ao passar para a equipe Ferrari, Sebastian se pôs em dúvidas quer por si mesmo quer pelo público torcedor e observador. Teve um ano difícil de ajuste na pilotagem.

Em seguida a Ferrari foi se valendo e se ajustando penosamente com o sistema Pull Rod em ambas as posições, frente e traseira de seus monopostos. Sebastian voltou a tirar gradualmente o máximo proveito do conjunto e sistema no qual adquirira prática e inclinação de pilotagem e gradualmente Kimi Raikonnen parece ter seguido o caminho por observação.

É fato inegável que o ajuste do sistema na suspensão dianteira - direcional - é muito complexa porque demanda tempo e recalibragem total dessa geometria onde o ângulo do pino mestre exige uma combinação precisa com o caster para acompanhar o pouso do"patch"- trilha- das rodas dianteiras na condução direcional do monoposto. De fato o "Offset" do aro, quer de rolagem central, negativa ou positiva representam uma absoluta importância na extração máxima do sistema. Nesse pormenor eu não tenho suficiente conhecimento de informação para definir se a engenharia das equipes se ajusta nessas alterações para melhor combinar o efeito superior do sistema Pull Rod. Isso demandaria jogos de rodas com múltiplos Offsets e todo o conjunto geométrico provavelmente ajustado e combinado com o coeficiente de aderência dos pneus. Isso representaria dividir e indiretamente disseminar a informação com os fabricantes de pneus... algo seguramente menos plausível. De maneira que eu acredito que combinam o melhor desempenho do carro pela via da aerodinâmica e nesse pontos os computadores e os protocolos originados pelo túnel de vento finalizam a secreta combinação de operação para determinada pista e condição meteorológica. Por parte da Mercedes eu estou seguro que o processo é próximo do aqui descrito. 

E...Otto Kuttner vive entre nós para sempre no mundo da velocidade, pioneirismo, competência e conhecimento.
Obrigado Otto.

"O reconhecimento é a memória do coração"

Ricardo Achcar


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...... , Caro RUI,  hoje a noticia não é das boas pois  OTTO KUTNER nos deixa. Foi um personagem muito importante para o nosso automobilismo de competição, mas a bem da verdade, talvez pelo seu jeito de ser, pouco apareceu. Engenheiro com  """" E """" maiúsculo da EQUIPE VEMAG foi a partir de uma sua pesquisa  que  os motores  dois tempos, três cilindros de  1. / 1.1 cc conseguiram  a potência de até  108 CVs, em que se há de se notar que estamos falando dos anos de 1960/61. Os pilotos da VEMAG, conseguiam andar na frente de famosas CARRETERAS  CHEVROLET CORVETTE  V8 e de outros carros também, inclusive em INTERLAGOS  antigo, o verdadeiro, graças a essa potência adquirida . Passando da  VEMAG para a VOLKSWAGEN foi um dos  mentores da implantação  da  categoria SUPER V, a melhor categoria até hoje existente e FORMULA V (((( esta  a segunda V )))))) e da vinda  para o BRASIL  dos autos da  ASTRO  KAIMANN, campeões estes durante sete anos dos campeonatos EUROPEUS para a categoria. Aqui com a concorrência  extremamente  forte do chassi POLAR de RICARDO ACHCAR OTTO KUTNER em pessoa redesenhou  um  auto  ASTRO - KAIMANN com uma suspensão dianteira tipo FULL ROAD, em que a um seu convite tive a primazia de o pilotar em sua estréia em GOIÂNIA me classificando para o grid de largada na segunda posição. Este auto foi feito em pouco mais de um mês a """" toque de caixa"""" mesmo. GUARANÁ com um POLAR, estava na minha frente mas eu  detinha uma folga impressionante , estava realmente confiante que iria ganhar aquela corrida quando a """" juventude """ do carro se fez presente dando um problema no trambulador. 
                Muitos anos mais tarde , aficionado que era de desenvolvimentos de autos em geral acompanhou  um que realizei de um ALPINE que denominei A 111, inclusive realizando ele um desenho de uma roda  para este projeto. Estava curioso do jeito que conseguimos  fazê-lo pois invertemos as bitolas  de como eram usados nestes autos. Além disso queria saber como iria funcionar o """"" casamento """"da suspensão CHEVETTE na dianteira com uma independente atrás além do câmbio HEWLAND de 5 M ,e de 524 KLGs  com 144 CVs. Infelizmente o auto saiu da """" minha mão """" , mas enfim , são algumas poucas palavras que gostaria de registrar para OTTO KUTNER.
Nosso automobilismo de competição deveria ter lhe dado condições para ele colocar algumas de suas idéias em prática...estaríamos em outro patamar com certeza.


                                              """""     Que DEUS o RECEBA em SUA NOVA JORNADA """""


                                                        Abraco amigo CiHICO. LAMEIRÃO 

Nosso amigo Julio Caio Azevedo Marques lidera Ingo Hoffman em Interlagos, ambos com Astro Kaimann. 


    


quarta-feira, 3 de junho de 2015

Uma Formula para nosso automobilismo...










.., pois é amigo RUI, muito legal a sua matéria sobre o FORMULA com motor PORSCHE 1500 que o qual CHRISTIAN HEINS correu, e que logo depois foi fabricada a primeira série de autos, os LANDI / BIANCO com motores de 1000 cc, tanto com propulsores DKW, como GORDINI. Pena que na época os dirigentes não focalizaram bem essa categoria, era só a separarem da MECÂNICA NACIONAL pois inclusive já tinha número mínimo de carros para ter-se corridas específicas para tal. Tinha- se 5 LANDI/ BIANCO, um BEGERROU e um BRIZZI a ser terminado e dois motores no nosso parque industrial que foi os que mencionei acima...!!!!!
Hoje se a houvesse temos mais de 10 motores 1000 cc, dará para se fazer uma MICRO/ MICRO FORMULA UM, e com uma coisa muito positiva que poderia-se ter um MARKETING NATURAL sobre esses motores que nosso parque industrial possui, e que estão a necessitar desse EMPUXO .......!!!!!!!!
Na época existia essa categoria na EUROPA portanto era relativamente fácil de fazer projetos BR TYPE até para correr lá fora. Quem insistiu com vigor nessa categoria, foi o MANUEL de TEFFE, pessoa culta que enxergava longe , pois viu que eram carros muito mais baratos do que as FERRARIS , MASERATIS e outros, tanto os carros em si como para os manter e portanto mais pilotos estariam automaticamente a correr......!!!!!!
Nos dias atuais, seria uma escola muito boa e barata , a pensar . Tecnicamente acredito que estaríamos sem grandes esforços com um peso de +_ 380 com motores aspirados de 100/110 CVs que da um PP em torno de 3.80, com pneus radiais STREET e sem apêndices aerodinâmicos algum, e em uma segunda FASE, com esses mesmos motores com COMPRESSOR com uma potência em torno de 120/125 CVs.......!!!!!! Para essa segunda FASE, o piloto só precisaria de instalar o COMPRESSOR, imagina só .....!!!!! Enfim , idéias que aos poucos, poderão ser executadas , só faltando , """" o querer """" para tal.....!!!!!!!


Abraço amigo de CHICO LAMEIRÃO 

 Chico em seu AC -Anísio Campos - da F. V anos 60.
 Ludovino Perez 

Largada da F. V na década de 60 tendo Emerson na pole.
 Década de 70, a F.Ford, acima Chico e Sergio Mattos no Tarumã, abaixo uma largada em Interlagos com Alex na pole e Julio Caio ao seu lado.
Década de 70 a Super Vê chegou com toda força e apoio da VW do Brasil, acima meu amigo Avallone com um carro fabricado por ele seguido de Giannini e Benjamim "Biju" Rangel ambos de Polar.
Apoio da fabrica e presença de público, sucesso garantido!
Década de 70, na F.Vê patrocinada pela VW muitos carros com a garantia de premios de largada e chegada, mais toda promoção possível.
 Equipes bem estruturadas e profissionais como a de meu amigo Benjamim "Biju" Rangel, na foto com o preparador Giba, Peter Schults e Nelson Piquet.
Da Super Vê saiu "apenas" um tri campeão do mundo da F. Um, ele no podium ao lado de meu amigo Julio Caio e Eduardo Celidonio.
 A Vee de meu amigo Zullino poderia ter sido...

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1962 e “seu” Chico com toda sua experiência já pretendia trazer ao Brasil uma categoria muito importante para o automobilismo de base, aquele que além de trazer belas disputas cria condições para nossos pilotos disputarem qualquer categoria do mundo. Sua iniciativa não vingou da forma desejada mas poucos anos depois tivemos a F.Vê de onde saíram nomes como Ricardo Achcar, Carlos Pace, Emerson Fittipaldi ...e logo à seguir no começo dos anos de 1970 aí sim tivemos verdadeiras categorias criadas para o desenvolvimento de nossos pilotos como a F. Ford criada no inicio da década e que fez grandes campeões durante sua existência e as F.Vê e Super Vê organizadas pela Volkswagen onde entre tantos grandes pilotos atuou Nelson Piquet.
Notem que nas categorias citadas os carros tinham medidas regulamentadas e a fabricação dos monopostos era feita por diversos fabricantes o que gerou ao longo de suas durações muitas disputas entre as marcas apesar dos motores das formulas criadas à partir de 1970 tivessem um único fornecedor caso da Ford e VW. Daí saíram grandes marcas como a Polar de Ricardo Achcar e Ronald Rossi, a HEVE dos irmãos Ferreirinha, a Avallone de Antonio Carlos Avallone e tantas outras que muito desenvolvimento trouxeram ao nosso automobilismo criando milhares de empregos.
E hoje o que temos? Fico triste ao responder que nada, nosso automobilismo de base minguou, a última categoria que poderia dar certo foi a criada por meu amigo Roberto Zullino que apesar de usar a ultrapassada suspensão dianteira por barras de torção e o antigo motor VW poderia ter dado certo não fosse a total desfaçatez de nossos dirigentes.
Hoje a Confederação, federações e clubes pensam apenas nas grandes categorias e nos lucros que elas trazem deixando de lado o apoio que poderiam dar aos pilotos que disputam os campeonatos estaduais e regionais, podando qualquer iniciativa que promova nossos campeonatos de base, servindo a direção de nosso automobilismo apenas para regulamentações estapafúrdias e a venda de inscrições e carteirinhas.
Algo precisa mudar urgentemente e talvez os fatos que acontecem hoje no futebol mundial possam nos trazer bons ventos e criar em nossos dirigentes alguma conscientizarão e colocar novamente nosso automobilismo no rumo certo!

Rui Amaral Jr  

NT: Caro Chico ontem  à noite quando conversamos rapidamente já havia escrito meu texto e aprontado todas as fotos quando hoje recebi seu e-mail com o texto acima, veja que mesmo sem que eu tenha mexido uma virgula sequer eles vão à um ponto em comum!
Talvez um dia tenhamos de volta nosso automobilismo, obrigado pelo carinho e amizade e um forte abraço>

Rui

Artigo do F. Junior da revista Quatro Rodas de Março de 1962 digitalizada de meu arquivo.

arquivo digital-link
    

quarta-feira, 29 de abril de 2015

Conta Chico

O bico by Tony Bianco.
O bico da Polar

..., pois é RUI, vi em seu blog o POLAR No 7 da MOTORADIO /// AUTO POTENT, e claro que me lembrei da força que você me deu para estar presente em algumas corridas. Já não tinha mais o esquema de outrora, tão e apenas dois ajudantes, pois CRISPIM estava a cuidar de uma oficina, a BOXER, e ELISIO CASADO já estava em outro esquema que no momento não mais lembro onde........ Sei que vejo esta foto, onde o meu POLAR esta a usar sua ultima configuração aerodinâmica, pois de um jeito ou outro eu sempre """" fucei"""" nesse importante item. O bico, como eu já comentei, tínhamos dois tipos, o STD da POLAR que é o da foto e outro que eu encomendei para o TONY BIANCO, em que em uma corrida de RAIN eu obtive minha ultima vitória nessa fantástica categoria da SUPER V, aliás a melhor até aos dias de hoje sem sombra de duvida alguma. Tínhamos quatro ou cinco pequenos fabricantes, a POLAR de RICARDO ACHCAR, os AUSTRO KAIMMAN de ALEXANDRE GUIMARÃES e OTTO KUTNER, a HEVE dos irmãos FERREIRINHA, HERCULANO e ANTÔNIO, os SUPER NOVA de AVALLONE (((( o baixinho voador , grande figura )))) e um auto de NEWTON PEREIRA que a bem da verdade ele transformou um BINO em um SUPER V......!!!!! Olhem que AUTOMOBILISMO que nós tínhamos outrora.....!!! Hoje só temos mono marcas, coisa mais sem graça não pode ter. Para finalizar , esta claro, tínhamos INTERLAGOS ORIGINAL, o VERDADEIRO....!!!!!!

BONS VELHOS TEMPOS .........!!!!!!!!!!!!!

Abraco amigo de CHICO LAMEIRÃO 

O Baixinho Voador - Antonio Carlos Avallone

o post citado-link.

O Interlagos - Autódromo José Carlos Pace - original.

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Outra vez ia escrever um montão de coisas, mas me contive e digo apenas...Obrigado Chico!

Rui Amaral Jr





sexta-feira, 6 de março de 2015

Conta Chico...

........, pois é amigo RUI , obrigado pelos resumos e pelas fotos, o que me fez a memória voltar algum """ tempinho """ atrás ...!!!!!!!!! em que a foto do SUPER V vermelho No I da EQUIPE MOTORADIO foi do ano de 1976 e esta foi minha ultima vitória de minha carreira.....!!!!!!!, em cima do piloto FERNANDO JORGE que tinha um SUPER MOTOR do EXMO SR. DR.EMBAIXADOR de PORTUCALE, ANTÔNIO OCTÁVIO FERREIRINHA ........ ,esse engenho era uma """ bestia""""....... Estava a chover e eu estava chegando no FERNANDO JORGE, mas reparei que em saídas de curva ele me abria uma barbaridade, pois além do motor ser mui bom ele também estava andando como se deva andar, mas aos poucos como disse, eu estava chegando e pensando ao mesmo tempo como faria quando o ultrapassa-se pois sem duvida alguma ele na minha traseira iria saber o """" caminho das pedras""""e aí com aquele motor não ia dar para segura-lo......!!!!!! aí em determinado momento eu consegui passá-lo na FERRADURA e a partir desse momento eu comecei a fazer o traçado todo ERRADO, mas evidentemente já me precavendo das reações de meu POLAR com essa minha afoiteza, mas ainda bem que todo esse esquema se mostrou eficaz, pois chegando ' a curva do SARGENTO, o FERNANDO JORGE que vinha me """ copiando"""", saiu da pista pegando o GUARD RAIL ........, após ao termino da corrida, ele chegou para mim e muito educadamente me perguntou: """" o SR (((( eu já tinha bastantes cabelos brancos)))) anda sempre assim na chuva ?????, no que lhe respondi , """" sim, em todas as voltas """""....!!!!!!! O EXMO SR. DR. EMBAIXADOR de PORTUCALE ANTÔNIO OCTÁVIO FERREIRINHA sempre fala que eu dei uma fechada no auto de FERNANDO, o que a bem da verdade não é verdadeiro.........Outra coisa curiosa sobre a aerodinâmica desse POLAR é que se vc fizer uma comparação de seu bico com o dos outros carros da marca, irá notar que este é diferente........, acontece que eu fiz um croqui e pedi para meu amigo TONY BIANCO me fazer essa """ trompa""" , o que sem duvida me ajudou muito nesse dia da minha ultima vitória ........!!!!!!!!!!!!!!!

Abraço amigo de CHICO LAMEIRÃO




Piquet, Fernando Jorge e Guaraná.
 Maurício Chulan
 Moura Brito




terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Conta Chico.


FERRADURA...SUPER Vê...‏, RUI, nesta foto da BELA CURVA da FERRADURA que não mais existe, estou eu, RICARDO ACHCAR e ao que me parece MARCOS TRONCON e o ano é de 1975 pois a carroceria de meu POLAR já estava com modificações que efetuei para esse ano em que ganhei as três primeiras corridas ...!!!!

Abraço Chico Lameirão


sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

Claudio Cavallini- Super Vê 1975

O tempo passa...reconheço alguns dos pilotos que estão na foto, os outro que me perdoem...de pé o alto com macacão azul Fausto Dabour ao seu lado Claudio Cavallini, de macacão com três faixas o Chico Lameirão ao seu lado Piquet....de macacão branco com as mãos às costas Eduardo Celidonio e ao seu lado Benjamim Rangel, agachados de macacão azul e óculos Edison Yoshikuma ao seu lado Julio Caio, Di Loreto e Zé Pedro Chateaubriant.





As fotos deste post, como dá para notar, são de meu amigo Claudio Cavallini, em 1975 ele trocou a Divisão 3 pela recém criada Formula Super Vê, outro piloto santista Ricardo Mállio Mansur também entrou na categoria trazendo esses dois batalhadores a competência que mostraram na D.3 para a nova categoria.   
À todos meus amigos que se encontram na foto acima meu forte abraço e a certeza de que vocês fizeram historia!

Rui Amaral Jr


 Entrando para área dos boxes em Interlagos, hoje autódromo José Carlos Pace.

     

No "S" Ricardo Mansur à frente com alguém rodando na tomada da curva!
Entrando no "S".
 Saindo do "S" e tomando o Pinheirinho.


 Na chuva de slick!




Briga na segunda perna da curva da Ferradura entre Claudio e o #47 de Janjão Freire.