A VERDADE NÃO SERIA BASTANTE PLAUSÍVEL SE FOSSE FICÇÃO - Richard Bach
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quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

Bastos


Hoje estive na FASP - Federação de Automobilismo de São Paulo para visitar minha amiga Monica Figueiredo Soutto Mayor e o Bastos, Monica e eu batemos um longo papo e derrepente chega o Bastos que hoje ia ao Rio votar na eleição do novo presidente da CBA - Confederação Brasileira de Automobilismo. Do longo papo que tivemos o Bastos sabe que nada vou comentar aqui, e como sempre disse à ele este espaço estará sempre disponível para qualquer coisa que ele queira transmitir. 
Sou um critico contumaz da administração de nosso automobilismo, mas sei separar muito bem as criticas dos amigos que prezo...
Derrepente ele vai até o carro e vem me mostrar esta preciosidade que havia acabado de receber dos organizadores do GP de Portugal, na foto Bastos conduz Ayrton ao podium depois da vitória dele em 1984, abaixo a descrição da foto segundo os portugueses...
"1. Gerard Ducarouge, Chefe de equipe da Lotus.
2. José Aloizio Cardozo Bastos com o seu famoso apito na boca!
3. Ainda um menino chamado Ayrton Senna.
4. Um cara qualquer ...
5. Armando Pinto ao fundo, chefe de comissários de gabardine cinza.
6. Um aspone da Ferrari a levar o capacete do Michelle Alboreto.
7. O Michelle Alboreto."   
...e nos parace que ainda lá atrás na foto está o Claudinho.

Obrigado Bastos, neste momento espero que as eleições na CBA tenham terminado à bom termo para nós automobilistas, e como sempre digo o espaço aqui está à sua disposição!

Mônica, eu e Barbara na FASP.
Ayrton, Estoril 1985.

Beijo Mônica e Barbara e um abração Bastos.

Rui Amaral Jr

quarta-feira, 7 de outubro de 2015

Conta Avila


Sou eu sim Rui, inclusive nesta prova venci com as orientações do Beco (Ayrton Senna), que debaixo de um temporal corria de curva em curva do kartodromo de Interlagos, me mostrando onde não haviam possas da água. 
Complementando diria que  travavamos nós os pilotos da Sulam um duelo acirradissimo com os pilotos da Mini como o Paulo Carcasci que era meu vice ao final do primeiro turno do Paulista, denominado "Copa São Paulo". No segundo turno com o advento da obrigatoriedade pelo Governo do uso do álcool como combustível as posições se inverteram pois a Mini contava com a preparação dos motores pela Araça do "químico" Gera. Portanto o Campeonato Paulista de 1979 acabou sendo vencido pela Araça e o Paulo Carcasci e eu fui vice.
Não poderia deixar de ressaltar que meus motores eram preparados pela Speedmaster-Cobra by Waltinho Travaglini, Baldo e Catroque.
Obrigado, essas fotos são da Revista Auto Esporte de julho ou agosto de 1979. Abraçaços !

Jose Eduardo Avila

Beco testando o kart de Avila.

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Avila faz sinal de positivo em Mogo Guaçu ao seu lado o Secretário do Desenvolvimento  Social do Estado de São Paulo Floriano Pesaro, Arturão e eu. Um dia relato a viagem tim tim por tim tim! 
Na viagem que fizemos ao lado do Floriano e Sandro Kuschnir. 

Essas fotos quem conseguiu foi o Caranguejo, logo enviei ao José Eduardo Avila que em 1979 dividia a equipe Sulan com seu amigo Beco. Avila sob o patrocino da Staroup correndo na 125cc e Beco com a marca Gledson na 100cc, outro dia enquanto iamos para Mogi Guaçu, Arturão, Avila e eu relembramos esta época, mais para frente o Avila conta mais.

Valeu Avila um abração.

Rui Amaral Jr


terça-feira, 3 de junho de 2014

HOT GARAGE na homenagem à Ayrton




Excelente o programa em que os antigomobilistas da Moóca homenageiam Ayrton Senna com a presença de seu primeiro preparador o mítico Tche. Ótimas as perguntas de meu amigo Marcos à todos entrevistados, Tche, Luiz, Claudemir e Ney conseguindo extrair de cada um pouco da paixão pelo automobilismo e da imagem do ídolo homenageado.
Embora tardia quero agradecer ao Marcos em nome de meus amigos Regina, Manduca, Arturão, Duran, Aguia e em meu o carinho da lembrança!

Parabéns Marcos, um abração!  

   

quinta-feira, 29 de maio de 2014

Podia ser...Mônaco 1984

 Senna
Bellof

1982: fui até o kartódromo de Interlagos pedir ao meu amigo Victor Chiarella um banco de kart, acreditem ou não naquela época usávamos eles em nossos D3, olho para pista e vejo incrédulo um piloto treinando muito forte, sua tocada era perfeita e eu que conheço grandes kartistas fiquei por uns 10 minutos olhando admirado, naquela época ele já tendo vencido na Formula Ford inglesa e estava naquela difícil fase de parar ou continuar!
Chega o Vitão e pergunto quem era o piloto, ele responde “Ayrton Senna” ao que retruco “caso esse menino sente num F.Um certamente vai ser uma sensação, vai ser campeão do mundo!”. E foi...desde o dia em que pela primeira vez tocou o Toleman-Hart no Rio de Janeiro até o fatídico acidente de Imola.
Acompanhei sua carreira na Formula 3 inglesa e a chegada à Formula Um, um tempo incrível onde por alguns anos tivemos dois grandes talentos na categoria, dois talentos naturais dois herdeiros natos de uma leva de grandes campeões! 
Outro dia meu querido amigo Ronaldão Nazar coloca em meu perfil do Face uma entrevista que o jornalista Livio Orichio(link) fez com outro grande piloto, o belga Jacky Ickx, por ocasião do último GP de Mônaco. Acontece que o jornalista praticamente toma satisfações de Ickx sobre a interrupção do GP de 1984 e inclusive faz uma alusão à grande corrida que também fez Stefan Bellof aludindo ser mais “fácil” pilotar um carro com motor aspirado naquela situação.
Ora bolas! Apenas quem nunca colocou a bunda em um carro de corridas pode dizer tal leviandade, aquela corrida mostrou ao mundo dois talentos naturais, dois grandes pilotos que certamente foram os nomes da corrida; Senna e Bellof . E querer reviver trinta anos depois a atitude tomada pelo diretor da prova é no mínimo estranho! 
Acredito sim que Ickx tomou a decisão acertada para aquela hora, pois piloto experiente sabia muito bem tudo que poderia acontecer.
Com sua experiência evitou algo pior pois com certeza sabia que ele mesmo dentro de um daqueles carros gostaria de continuar acelerando fossem quais fossem as condições, aliás como é natural em cada piloto competitivo, nunca se importando com as condições querendo sempre acelerar!
Longe da F.Um vou mostrar à vocês duas condições parecidas, uma na D3 quando nosso amigo e piloto experiente Álvaro Guimarães foi atestar as condições da pista antes de um largada, nas fotos de Luiz Guimarães podemos ver as conseqüências.
A outra que envolve um grande amigo meu o Ricardo Bock quando um diretor de prova autorizou a largada e infelizmente no aguaceiro que caia sobre o Retão de Interlagos os carros aquaplanaram e na batida que envolveu vários carros perdeu a vida o piloto Valdir Del Greco.
Por fim quero dizer que devemos celebrar nossos grandes campeões que tantas alegrias nos deram na F.Um desde a primeira vitória de fabuloso Emerson Fittipaldi em Watkins Glem, passando pelo fantástico Nelson Piquet e lembrar do inesquecível Ayrton Senna por cada uma das poles e vitórias, deixando de lado intrigas disse me disse e outras fofoquinhas.
Salve os nossos três “ON”, Emerson, Nelson e Ayrton...e que um dia possamos ter novamente outro piloto à altura deles! 


Rui Amaral Jr

NT: A melhor volta no GP foi de Ayrton com o tempo de 1.54.334 seguido por Bellof com 1.54.978 sendo a 3ª melhor volta do Leão quando liderava com sua Lotus 95T com o tempo de 1.55.112. Bellof chegou em 3º à 13s de Ayrton mas foi desclassificado por irregularidades em seu Tyrrel.  

 Le Mans 1969 protestando contra o tipo de largada em que os pilotos corriam para seus carros e muitos não afivelavam o cinto de segurança Ickx retarda sua largada para afivelar o seu...
e parte para a vitória. Ford GT40 Jacky Ickx/Jackie Oliver

 Ickx com a Ferrari #4 parte para vitória em Nurburgring 1972.
Bellof e Ickx na Eau Rouge pouco antes do trágico acidente que tirou a vida do jovem talento.

Feliz com sua bela corrida não ouvi protesto algum de  Ayrton


Senna avança

Bellof, vejam a grande ultrapassagem sobre a Ferrari de René Arnoux

E o Alváro "Bico" Guimarães achou de dava...
 Sequencia de fotos de Luiz Guimarães e seu filho Fabiano.
 Mogames roda...
 Tide Dalécio vai para os boxes e Alécio Durazzo sai rodando... 
e por sorte pega a entrada do box de traseira!
 Meu amigo Luiz Eduardo Duran não se recuperou até hoje da rodada de mais de 400m, quando vinha em 4ª marcha acelerando! Conde -Luiz Henrique Pankowski- já espetado no guard rail!

A trágica largada...
  


( Os recortes estão em tamanho grande, clique para ampliar) 

À todos os pilotos que cada vez que puseram seus traseiros em um carro de corridas foi para mostrar a beleza de sua arte não importando a categoria e a posição que disputavam, aos meus amigos que se foram e estão sempre presentes em nossos pensamentos e conversas, aos amigos que com a Graça de Deus sobreviveram a todas loucuras e aos nossos grandes campeões!


quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Toleman-Hart TG 183B


O primeiro teste de Ayrton na equipe.

Equipe pequena mas muito bem gerida a Toleman foi campeã da Formula 2  no ano de 1980 com Brian Henton. Partindo de uma equipe bem estruturada entrou na Formula Um, trazendo como projetista Rory Byrne, estreou no mundial em 1981 na corrida de Imola tendo como pilotos Brian Henton e Derek Warwick. Como previa o regulamento da época a sua opção desde o começo foi usar os motores turbo da Hart.
1981/82/83 foram difíceis anos de aprendizado, mas para 1984 com a saída de Warwick para a Renault dois novos pilotos foram contratados, o campeão do motociclismo Johnny Cecotto e a estrela da Formula 3 Ayrton Senna.
Com Ayrton vieram bons resultados e a quase vitória em Mônaco, tendo conquistado com ele os 13 pontos dessa temporada. Fato curioso desta temporada foi o contrato com a Pirelli para o fornecimento de pneus, quando a Toleman descobriu que os pneus entregues à equipe não eram da mesma qualidade dos entregues às outras equipes como a Ferrari! 

Rui Amaral Jr     




As fotos dos primeiros testes de Ayrton na Toleman, na pista de Silverstone, tirei de um vídeo que conta a história do piloto.
 Nas duas fotos imagens de Kyalami 1984 e o primeiro ponto conquistado por Ayrton com o 6º lugar.

Detroit 1984 já com a Toleman TD184



O motor Hart. Fotos Wouter Melissen

Motor 

Hart 415T

4 cilindros em linha
Bloco e cabeçote em alumínio
4 válvulas por cilindro
Diâmetro 88mm x curso 61.5mm
Cilindrada 1.459cc
Taxa de compressão 7:1
Potencia 580hp à 9.500rpm
Injeção Lucas
Turbo Garret  
Peso 136 kg 





quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

#1

Sim, acreditem, em longos 20 anos três pilotos brasileiros levaram o #1 em seus carros por oito temporadas! Era uma época em que as corridas eram disputadas, vários carros tinham condições de vitória, e lá estavam Emerson, Nelson e Ayrton, brigando e vencendo...   

Emerson 
 Interlagos 1973
Zolder 1973
Monza 1975

Monza 1972, primeiro titulo. 


Nelson
Montreal 1982
Zeltweg 1984
Imola 1988

Monza 1983


Las Vegas 1981


Ayrton
Hockenheim 1991

Adelaide 1991

Suzuka 1990



Rui Amaral Jr










quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Mônaco 1984

POLEMICA?!
 Ayrton
Bellof

Hoje um feriadão, ligo o computador e dou uma passadinha pelos blogs que acompanho, no André uma foto de Bellof, deixo um comentário e logo lembro do post do Caranguejo. Vou procurar, e lembro também de um artigo em um livro, que vou transcrever para vocês.
Se existe algo que me apaixona no automobilismo é mesmo essa dualidade, uns vêem a corrida de uma forma, outros de outra, até mesmo quando somos nós que estamos acelerando continua a existir este sentimento.
Quantas vezes, sentados num carro de corridas achamos que estamos bem, para depois os cronômetros mostrarem algo diferente, e quantas vezes pilotando de maneira limpa e suave, nos admiramos dos tempos mostrados pelos cronômetros!
É assim com quem está lá dentro, e com quem apenas observa!

“Stefan Bellof Mônaco 1984"
Texto Joe Saward   

“O Grand Prix de Mônaco de 1984 será sempre lembrado como a corrida em Ayrton Senna ia vencer caso não tivesse sido barrado antes pelo Fiscal de Pista Jacky Ickx. Foram corridas apenas 31 das 78 voltas previstas e todas sobre forte chuva. A largada foi retardada e ocorreu a costumeira batida com escapadas na primeira curva, que eliminaram as duas Renaults; mas à frente estava o pole Alain Prost com sua McLaren-TAG trazendo com ele a Lotus-Renault de Nigel Mansell. Ayrton Senna que havia largado em 13º em sua Toleman havia subido para nono e Stefen Bellof, que se classificara em vigésimo com sua Tyrrel normalmente aspirada, ocupava a 11ª posição.
Dez voltas depois de iniciada a prova, Senna estava em sexto e Bellof em oitavo. Mais adiante, Mansell assumiu a liderança, mas após um punhado de voltas perdeu o controle do carro e bateu de forma bem visível para o publico. A esta altura, Senna havia ultrapassado a Willians de Keke Rosberg e a Ferrari de Rene Arnoux para assumir a terceira posição. Niki deveria ser a próxima vitima. Senna o apanhou na volta 19. O austríaco rodou algumas voltas depois, no momento que Bellof havia deixado Rosberg para trás e ia ao encalço de Arnoux. Ele assumiu a terceira posição na volta 27. Senna se empenhava meio minuto atrás de Prost, mas Bellof estava alcançando os dois. Será que o alemão na Tyrrel poderia de fato vencer a prova?
Depois veio a bandeira vermelha e controvérsia. Senna ficou furioso. Esta teria sido sua primeira vitória em um Grand Prix. Ao lado dele, Ken Tyrrel estava irritadíssimo. Se alguém consultar os livros de historia verificará que Rene Arnoux terminou em terceiro no GP de Mônaco de 1984. O lugar de Bellof foi tirado posteriormente nesse ano , quando a Tyrrel foi suspensa de todas as provas, acusada de estar usando combustível ilegal, mas para todos que assistiram à prova ali naquele dia, era Bellof quem ia vencer. E não Prost, nem tampouco Senna.” 

Alguma considerações; alguns amigos, entre eles o Tohmé concordam com Joe Saward, revendo a corrida penso que o dia era mesmo de Ayrton, outra coisa que pode até gerar uma certa confusão domestica, sou fã do Leão, apesar da batida!
Na corrida a melhor volta foi de Ayton com 1,54.334 e a melhor volta de Bellof foi 1,54.978 ambas na 31ª volta, não tenho o mapa da corrida para comparar todas.
E finalmente, revendo o vídeo constatei que o narrador já era babão, mas na época era bem menos deficiente que hoje!


Rui Amaral Jr


por Carlos Henrique Mércio-Caranguejo 




André Candreva




Mansell bate na liderança, e Ayrton passa Lauda.


A corrida completa




segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Suzuka 1990

Foi sem duvida alguma um GP interessante; 
Na largada Ayrton devolveu a Prost aquele ato vergonhoso do francês na corrida do ano anterior, e venceu seu segundo campeonato do mundo.
Depois a bela vitória de Nelson Piquet com o segundo lugar de Roberto Moreno, ambos na Benetton, pilotando o modelo B190.
E, para alegria do torcedor japonês, a chegada de Aguri Suzuki pilotando uma Larrousse 90 em terceiro lugar, subindo assim ao  podium, tal como vimos no GP de ontem com Kamui Kobayashi, tendo outro japonês, Satoru Nakajima, pilotando uma Tyrrell 19 chegado em sexto.

Moreno, Piquet e Suzuki
Piquet caminha para vitoria com Moreno em segundo, ambos de Benetton B190 
Aguri e a Larrousse 90
A largada, Ayrton já tenta abrir caminho


RESULTADO GP do Japão 1990 -Suzuka

Nélson Piquet Benetton B190
Roberto Moreno Benetton B190
Aguri Suzuki Larrousse 90
Riccardo Patrese Williams FW13B
Thierry Boutsen Williams FW13B
Satoru Nakajima Tyrrell 19 13  
Nicola Larini Ligier JS33B
Pierluigi Martini Minardi M190
Alex Caffi Arrows A11B
10º Philippe Alliot Ligier JS33C

A VITORIA


A PANCA 



Caranguejo e Rui