A VERDADE NÃO SERIA BASTANTE PLAUSÍVEL SE FOSSE FICÇÃO - Richard Bach

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Feliz Natal


Este Papai Noel, que hoje repousa em minha mesa, de onde a maioria das vezes escrevo, meu pai Rui Amaral recebeu em 1957, quando sua criação, as Cestas de Natal Amaral, chegavam à um milhão de brasileiros, hoje com ele quero deixar a cada um de vocês, amigos que aqui fiz, meus mais sinceros votos de um Feliz Natal
São meus votos e de todos nós que aqui escrevemos.

Obrigado por tudo e um forte abraço

Rui Amaral jr   

domingo, 23 de dezembro de 2012

12 Horas de Sebring 1970



Vejam que espetáculo, a briga entre dois Gigantes, Pedro e Mario.
Depois conto mais sobre a corrida. 




NATAL 2012

















sábado, 22 de dezembro de 2012

FERRARI

Terminada a II Guerra, aos poucos as competições voltam à Europa, e um novo antigo nome aparece nas pistas. Depois de deixar a Alfa Romeo, onde por quase duas décadas colecionou inúmeras vitórias em todas as categorias em que participou, agora, depois de um período de quarentena quando teve que usar a marca Auto Avia Construzioni, Enzo pode enfim ostentar a marca Ferrari em seus carros, e as vitórias voltaram e vieram aos montes, Le Mans 1949, Targa Florio 1948/49. Mille Miglia 1948/49/50/51/52/53, fora as demais categorias em que participou.
Um carro se destacou neste período, a Ferrari 166.


Ferrari 166MM

Preparada para as grandes competições de estrada, seu nome vem da famosa Mille Miglia, sua carroceria do estúdio Touring, com o método de construção  denominado Superleggera, tinha um baixo peso e grande rigidez estrutural.

MOTOR 

V12 à 60graus
Diâmetro 60mm x curso 58.8mm = cilindrada 1.995cc 
Cilindrada unitária 166,25cc
Taxa de compressão 10:1
Potencia 140hp á 6.600rpm
Alimentação 3 carburadores Weber 32 DCF

CHASSI

Tubular em aço
Suspensão dianteira, independente com quadriláteros transversais, mola transversal e amortecedores hidráulicos.     
Suspensão traseira, eixo rígido, mola semi elíptica transversal, amortecedores hidráulicos e barra estabilizadora.
Freios,  tambor.
Cambio de 5 marchas
Tanque de combustível 90l
Distancia entre eixos 2.200mm
Bitola dianteira 1.250mm
Bitola traseira 1.200mm

Peso, 650 kg 

Velocidade máxima 220 km/h

O Príncipe Igor Troubtskoy retira a sua da fábrica, depois venceria a Targa Florio de 1948 com Clemente Biondetti.
Clemente Biondetti/Principe Igor Troubtskoy, vencedores da Targa Florio 1948 
Biondetti venceria também a Targa Florio de 1949, com Carlo Benedetti

 24 Horas de Le Mans 1949, Ferrari 166 MM, os vencedores, Luigi Chinetti/Peter Michell-Thompson, Lord Selsdon.

Um belo desenho que meu amigo Ricardo D`Assis Cordeiro enviou, acreditamos que uma 340 em  Collessano.

NT: Luiggi Chinetti se radicou nos EUA onde fundou a  NART -North American Racing Tean- representante oficial da Ferrari. Equipe citada várias vezes no Histórias, acumulou para Ferrari muitas vitórias em várias categorias, inclusive Formula Um

Ao Milton e Romeu 



FERRARI 500 MONDIAL BERLINETTA

Para meus amigos Milton e Romeu.


sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

FORD GT40 - A primeira vitória

2.000 KM de Daytona 1965
 O GT40 de Ken Miles e Lloyd Ruby


1965, nem tudo eram flores no quartel general da Ford em Dearborn, depois de não conseguir comprar a Ferrari, Henry Ford II deu ordens à Lee Iacocca de montar um departamento de competições. Isso foi feito em 1963 e o escolhido para projetar a "fera" foi Eric Broadley o senhor Lola que trouxe entre outros John Wyer, o norte americano Carroll Shelby era incumbido da coordenação de corridas e comercialização, dos carros de corrida e da versão esportiva para as ruas. Logo Broadley foi se afastando, depois de muita intromissão dos executivos da Ford em relação à concepção do carro, que era feito na Inglaterra e voltou-se para sua futura Lola T70. Foi criada a FAV -Veículos Avançados Ford- nos EUA, onde foi continuado o desenvolvimento do carro. 
1964, os primeiros teste do GT40 foram feitos pelos pilotos Roy Salvadori e Jo Schlesser em Le Mans, na chuva o carro era inguiavél, foram adicionados algumas aletas na dianteira e um spoiler na traseira. O carro era veloz com o motor Ford  V8 de 4.200cc e cambio Coloti chegando em Mulsane a mais de 300 km/h, mas era muito pesado e pouco confiável. Foram inscritos três nas 24 Horas de Le Mans, mas apesar de estarem em 2º, 4º e 9º lugar no grid dois deles abandonaram com problemas no cambio  Bruce McLaren/Phil Hill e Richie Ginther/Masten Gregory e o terceiro de Richard Attwood/Jo Sclhesser depois de um tubo de combustível partido pegou fogo.
Em 1965 o projeto foi entregue à Sheby que instalou o motor Ford V8 de 289 polegadas ou 4.727cc e trocou o cambio por um ZF de cinco marchas. Nas várias corridas de 1964 os maus resultados se repetiram.
Aí chegou 1965 e a primeira corrida do ano os 1.000 KM de Daytona que naquele ano seria disputado num percurso de 2.000 KM e a primeira grande vitória do GT40, com Miles e Ruby no carro que mostro acima, e cujas fotos me acompanham desde aquela data.
O objetivo da Ford, vencer principalmente as 24 Horas de Le Mans veio no ano seguinte, mas com o modelo Mark II com a dupla Bruce McLaren/Chris Amon, e 1967 com o Mark IV ou J um monstro com motor de 7.000cc e cambio automático de duas marchas, pilotado por A.J. Foyt e Dan Gurney.
Em 1968 com a nova regulamentação para os motores da categoria Esporte Protótipos fixando o limite de 5.000cc a Ford voltou a vencer Le Mans em 68 e 69, desta vez com o GT40. Em 68 com a dupla Pedro Rodrigués/Lucien Bianchi e no ano seguinte com Jackie Ickx/Jack Oliver.

NT: Os 2.000 KM de Daytona de 1965 viram um show de outro carro, este totalmente criado pelo gênio Carroll Shelby, mas isso fica para outro dia.  


            


quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

QUIZZ

Subida da Montanha de 1958 na Serra Velha de Santos ou Caminho do Mar , no blog do Paulo Levi tentamos identificar alguns carros.


Porsche na Targa Florio

A lendária Targa Florio, idealizada por Vincenzo Florio, percorria as estradas da bela Sicília na região de Madonie a leste de Palermo desde 1906, muitos mitos foram construídos até 1973 na sua ultima edição. Eram três os circuitos projetados por seus idealizadores,  Grande, Médio e Piccolo Madonie. A partir de 1948 apenas o circuito Piccolo Madonie de 72km foi utilizado e a corrida era realizada em 10 voltas num total de 720km. 
Entre tantos mitos, a Porsche à partir de 1959 construiu uma boa parte de sua história nas pistas pelas estradas da Sicília. Nas fotos apenas os carros das vitorias na geral.

 1959, Edgar Bart/Wolfgang Seidel, Porsche 718 RSK Spyder
 1960, Jo Bonnier/Hans Hermann, Porsche 718 RS60 Spyder, piloto reserva Graham Hill 
 1963, Jo Bonnier/Carlo Maria Abate, Porsche 718 GTR coupé 
 1964, Antonio Pucci/Colin Davis, Porsche 904 GTS
 1966, Willy Mairesse/Herbert Muller, Porsche 906 Carrera6 
 1967, Paul Hawkins/Rolf Stommelen, Porsche 910/8
 1968, Vic Elford/Umberto Magioli, Porsche 908/2
 1970, Jo Sifert/Brian Redman, Porche 908/3

     1973, Herbert Muller/Gijs van Lennep, Porsche Carrera RSR

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

NATAL 2012

Obrigado Agláis, João, Gabriel e Francis, são os votos de minha família e meus para vocês, e acredito que de todo pessoal que está sempre por aqui. Um abração!


terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Simplesmente Juan

Para meus amigos Belair, Caranguejo, Juanh e Vasco 


e muitos outros, muitos!

QUINTUPLE

























Sem comentários e nenhuma identificação, apenas um pouco das fotos que tenho arquivadas do incrivél Fangio. Algumas recebidas dos milhares de e-mails trocados com o Caranguejo, outras digitalizadas de meus arquivos.
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