A VERDADE NÃO SERIA BASTANTE PLAUSÍVEL SE FOSSE FICÇÃO - Richard Bach

quinta-feira, 24 de abril de 2014

Cavalo 44

Ciro
Lewis

44 Cavalo no jogo do bicho é o numeral escolhido por Lewis Hamilton para correr a temporada de 2014 e confesso que assim que soube de sua escolha me veio à mente outro grande piloto; Ciro Cayres!
Pouco tempo atrás alguém me disse que Ciro usava esse numeral por ser rude no trato com sua máquina, nada disso, só quem viu nosso grande campeão nas pistas sabe que o  quanto ele era rápido, firme e consciente de sua atitude em cada volta de  uma corrida, tal qual vemos hoje em Lewis, um grande piloto que se impôs em sua equipe não por preferência da direção mas andando forte e firme, lutando e deixando para trás um piloto também rápido como Nico Rosberg, não posso garantir que Lewis será campeão mas duvido que a situação frente à Nico vá se reverter, Lewis como Ciro nasceu com a   
estrela de campeão!

Bahein

Mas comecei a pensar neste texto logo após o GP de Bahrein quando liguei para o Chico Lameirão para dar os parabéns pelo belo trabalho que vem fazendo a Force India, onde seu filho o engenheiro Marcos Lameirão trabalha.
“Não tenho nada com isso Rui, estou aqui no Brasil” mas eu podia ver o sorriso de satisfação mesmo do outro lado da linha, afinal ele também um grande campeão sabe quando tudo caminha bem dentro de uma equipe.
Falamos sobre a grande velocidade dos Force India nas retas e da bela corrida do mexicano Sergio Perez e logo num naqueles papos que começam com um assunto e nunca sabemos onde vai terminar comparei Perez à outro grande piloto mexicano, Ricardo Rodriguez irmão mais novo de Pedro e que em sua meteórica passagem pelas pistas deixou sua marca incontestável.

Pedro #10 tocando o 917
Ricardo Rodriguez
Sergio Perez

Comentamos sobre o grande Pedro um piloto incrível e Chico lembrou de certa vez que o viu pilotando um 917 na chuva e sua grande destreza e velocidade, mas mais do que isto nos impressionou a grande semelhança física de Sergio Perez com Ricardo, pois além dessa semelhança tal como Ricardo ele é um piloto rapidíssimo e que certamente logo vai estar entre os grandes!


Rui Amaral Jr   
  

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Ricardo #8 estreia na Formula Um em Monza 1961, larga na 2ª posição ao lado de Von Tripps na fatídica corrida em que o alemão pereceu.

Ricardo pedindo à benção à seu pai Don Pedro, na outra, ele em ação na pista de Magdalena com o Lotus 24.


No dia do acidente, Ricardo já estava de roupa trocada, deixando a pista e pronto para ir embora com sua esposa, Sara?
Ele fizera o melhor tempo apesar de problemas na carburação do Lotus. Quando Big John Surtees fez uma volta melhor, Ricardito achou que teria melhor sorte no dia seguinte. Mas então chegou Don Pedro Rodriguez de La Vega, que ainda não tinha visto Ricardo com o novo carro e pediu-lhe que desse algumas voltas.
Isso mais a notícia dos mecânicos que haviam resolvido os problemas, motivaram o piloto a tentar melhorar a marca de Surtees.
Ele então colocou o equipamento e saiu para uma volta da qual não voltou.

Caranguejo 

NT: Piloto da Ferrari Ricardo Rodriguez corria na prova extra oficial da F.Um no México com a Lotus da equipe Rob Walker.


quarta-feira, 23 de abril de 2014

Formula 1600 Brasil

Recebi do Vitor Garcia assessor de imprensa da F.1600 Brasil o comunicado abaixo, apenas pedi à ele que me enviasse os nomes dos pilotos representantes da categoria e ele prontamente me enviou os nomes de Luiz Menezes e Daniel Ebel como sendo os porta vozes dos pilotos neste manifesto.
Sigo me colocando à disposição de todos os envolvidos neste triste e lamentável episódio, nunca esquecendo que minha posição é bem clara em favor da legalidade.
Reitero que por motivos que me fogem ao controle os comentários em meu blog não estão aparecendo e quem quiser se manifestar por favor use o e-mail   ruiamaraljr@gmail.com

Rui Amaral Jr  




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Vitor Garcia .'. VG3 - Assessoria de Imprensa e Comunicação
Contato: (11) 98639-1937 | (11) 96841-7613Nextel: (11) 7805-1777ID: 55*100*235935Skype: vitor-garciaEmail: imprensa@vg3.com.brTwitter: @garciavitorFacebook: facebook.com/vg3team


 
 

 
 

F1600 Brasil: Nota oficial da Associação de Pilotos da Fórmula 1600

 
A Associação de Pilotos da Fórmula 1600 dilvulga nota oficial a respeito do processo n° 1035307-04.2014.8.26.001 onde o nome da categoria está incluso.
 
(São Paulo, 21 de abril de 2014) - As informações abaixo são de visão única e exclusiva da associação de pilotos da Fórmula 1600 (F1600).

Os Pilotos que participam do Campeonato Paulista de Velocidade no Asfalto - modalidade F1600 - em face a divulgação do processo 1035307-04.2014.8.26.001, onde o nome da categoria F1600 está incluso, vem a público para esclarecer :

A F1600 é uma categoria pertencente a FASP e não possui dono ou dirigente externo.

Desde a primeira prova do campeonato paulista, em 17 e 18 de Janeiro de 2014, foi criada a Associação dos Pilotos de F1600, única representante dos pilotos participantes junto a FASP, imprensa ou qualquer outro contato e entidade. Todos os pilotos aderiram a Associação. Ninguém além da Associação pode se manifestar em nome dos pilotos da categoria. Essa Associação de Pilotos da F1600 está reconhecida pela FASP, em regulamento próprio da categoria.

Em Janeiro deste ano, em face a oferta de oportunidades para competir no campeonato paulista, os pilotos da Associação escolheram competir na categoria F1600 e acataram seus regulamentos técnico e desportivo.

No total, 29 pilotos (na sua maioria proprietários) participaram das 03 primeiras etapas em Interlagos, com um mínimo de 21 pilotos em cada prova.

Todos os carros estão dentro do regulamento da categoria F1600 da FASP e pertencem aos próprios pilotos ou a oficinas de preparação que não fazem parte deste processo. Também não há nenhum contrato de exclusividade para seu uso e serão inscritos em corridas e campeonatos onde cada um dos proprietários assim julgar oportuno.

Nenhum piloto da nossa Associação esta relacionado no processo.

Nenhuma pessoa, entidade ou empresa que estão citadas no processo fazem parte da Associação.

Os pilotos não recebem nenhuma vantagem, financeira ou não, advinda de empresas e pessoas citadas no referido processo.

Assim sendo, reiteramos nossa posição de trabalhar em prol da categoria F1600 e do automobilismo brasileiro, sem nos envolver com demandas politiqueiras de parte de quem não é proprietário de carros de competição, que não participam de competições automobilísticas e que não estejam ligadas diretamente à F1600 e seus interesses.

Sem mais, 
Associação de Pilotos da Fórmula 1600.

F1600 Brasil: Corridas emocionantes e chegadas espetaculares em carros de Fórmula!

A F1600 Brasil tem patrocínio de Crestana e Rima.

Para maiores informações acesse: www.f1600.com.br ou através do Facebook (www.facebook.com/f1600BR).
 
 
F1600 Brasil: Corridas emocionantes e chegadas espetaculares em carros de Fórmula!
Facebook: www.facebook.com/f1600BR
Site oficial: www.f1600.com.br
 

terça-feira, 22 de abril de 2014

RECLAMES


1968, Clark na Tasmânia.

Dizem por aí que o “inventor” do patrocínio no automobilismo foi Colin Chapman, através da marca Gold Leaf,em 1968. É verdade que Chapman assinou com a Imperial Tobacco um contrato para a Lotus nas categorias onde ela se apresentasse. Mas na primeira corrida da temporada de 68, vencida pelo inesquecível Jim Clark a equipe ainda portava o green british Racing. O carro só apareceu vermelho, branco e dourado na Tasman Series, dando início a uma fase nova do automobilismo no mundo. 

Tean Guston 1967
1968 com a bela Brabham BT20
1967 em Kyalami Jonh Love chega no segundo lugar com a Cooper T79 atrás de Pedro Rodriguez de Cooper T81  

Mas na verdade, devemos agradecer ao Dr. Anton Rupert, executivo da indústria tabagista sul-africana, bilionário e crítico do apartheid. Foi Rupert quem criou o Team Gunston, equipe que surgiu em dezembro de 1967 e participou do GP em Kyalami/68, com dois carros, um Brabham BT20 para John Love e um LDS para Sam Tingle. Antes da Lotus. Então foram esses obscuros afrikaners quem criaram o patrocínio? Na verdade, a primazia, ainda que acidental, deve ser mesmo creditada ao Lotus Team. 

A Lotus 25 Climax de Geki Russo no GP da Itália em Monza 1965

E ao piloto italiano Giacomo “Geki” Russo, tetra campeão italiano da Fórmula 3 e que participou do GP da Itália em 64-65-66. Sua únicas participações na F1, Geki fez uma tentativa em 1964 com um Brabham BRM BT11, mas não obteve qualificação; no ano seguinte, reapareceu com um Lotus Climax 25 e um inusitado apoio, como podemos ver na foto. Dizem que Chapman, recebeu o patrocínio em espécie...Finalmente em 1966, foi o nono colocado com o Lotus Climax 33, mas quis o destino que este pioneiro ficasse mais conhecido como uma das vítimas do terrível GP de F3 em Caserta, 1967. E nunca podemos descobrir aonde o salame o levaria.

1968 Jarama,  Hill vence a primeira corrida em mundial de F. Um com a Lotus 49 com as cores da Gold Leaf, na foto à frente de Hulme e a McLaren M7A.

CARANGUEJO